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História

Arequipa, carinhosamente chamada de Cidade Branca, tem um passado tão grandioso quanto suas paisagens vulcânicas. Fundada pelos espanhóis em 1540, a cidade ganhou esse apelido por causa das construções feitas em sillar, uma pedra vulcânica clarinha

Porém, sua história vai além da colonização: anteriormente, povos pré-incas já habitavam a região, aproveitando a fertilidade do solo ao redor do imponente vulcão Misti

Atualmente, Arequipa é a segunda maior cidade do Peru e combina modernidade com tradição. Suas ruas históricas se misturam com cafés descolados, mercados vibrantes e uma energia que conquista qualquer viajante.  

Vulcão Chachani em Arequipa, Peru, com cume coberto de neve e paisagem árida iluminada pelo pôr do sol.

O que fazer em Arequipa?

Arequipa é, antes de tudo, um verdadeiro tesouro para os amantes da história e da boa comida! 

O Monastério de Santa Catalina é um dos lugares mais impressionantes da cidade – um labirinto de ruas coloridas que parece uma cidade dentro da cidade. A Plaza de Armas, cercada por imponentes edifícios coloniais, é o coração pulsante de Arequipa, perfeita para apreciar a vista enquanto toma um café arequipeño. 

Contudo, para os aventureiros, o Cânion do Colca, um dos mais profundos do mundo, oferece paisagens surreais e também a chance de ver o majestoso condor-andino voando livremente.  

Agora, quando a fome bate, a gastronomia arequipenha dá um show! Pratos como, por exemplo, o Rocoto Relleno (pimenta recheada) e o Adobo Arequipeño (um ensopado de carne suculento) são obrigatórios. 

Para os curiosos, o queso helado, uma sobremesa cremosa com sabor de baunilha e canela, fecha a experiência com chave de ouro.

Fonte central no pátio interno do Monastério de Santa Catalina, em Arequipa, rodeado por paredes vermelhas coloniais.

O clima em Arequipa

O clima de Arequipa é um dos mais agradáveis do Peru

A cidade tem sol quase o ano todo, com temperaturas que variam entre 10°C e 25°C. Durante o dia, faz calorzinho na medida certa, mas à noite, a temperatura cai, então é sempre bom ter um casaquinho por perto. 

A altitude de Arequipa, cerca de 2.300 metros, é mais amigável do que a de Cusco ou Puno, tornando a adaptação bem mais tranquila para os viajantes. 

Igreja colonial em Arequipa cercada por palmeiras no centro histórico, com fachada em pedra branca sob céu azul.

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Cañón de Cotahuasi

O Cañón de Cotahuasi é considerado o cânion mais profundo do planeta, com cerca de 3.535 metros de profundidade.

Ele supera até mesmo o famoso Grand Canyon dos Estados Unidos, sendo um verdadeiro espetáculo natural escondido em Arequipa.

O que fazer no Cañón de Cotahuasi:

  • trilhas de diferentes níveis de dificuldade;
  • observação de aves, como condores e águias;
  • banhos em águas termais naturais;
  • visita a cachoeiras, como a imponente Catarata de Sipia.

O cânion é rodeado por montanhas, rios cristalinos e vilarejos tradicionais. A região abriga uma biodiversidade impressionante, com aves andinas, plantas medicinais e formações geológicas únicas.

Vista panorâmica do Cañón de Cotahuasi no Peru, com montanhas imponentes, vales verdes e cultivo agrícola nas encostas.

Vale do Colca

O Vale do Colca é um dos destinos turísticos mais visitados do Peru. Famoso por suas paisagens montanhosas, terraços agrícolas incas e miradouros, ele proporciona um contato profundo com a cultura e a natureza andina.

Algumas experiências incríveis no Vale do Colca são:

  • passeios por povoados típicos como Chivay e Yanque;
  • banhos nas águas termais de La Calera;
  • trilhas entre cânions, montanhas e rios;
  • gastronomia local, com destaque para o chupe de camarones.

O ponto alto da visita é observar o voo dos condores no Mirador Cruz del Cóndor. Essas aves gigantes, símbolo dos Andes, planam sobre os visitantes em um espetáculo inesquecível.

Vulcão Misti

O Vulcão Misti, com seus 5.822 metros de altitude, é um dos marcos mais importantes de Arequipa, no sul do Peru. Sua imponência se destaca na paisagem, já que o vulcão se ergue majestosamente atrás da cidade, sendo visível de praticamente todos os pontos. 

Durante o período inca, o Misti foi usado como cenário de rituais religiosos. Arqueólogos já encontraram oferendas e restos humanos em sua cratera, confirmando que o local era sagrado para os povos andinos. 

Até hoje, a montanha é vista como uma espécie de guardião da cidade, motivo pelo qual aparece em diversas lendas e manifestações artísticas de Arequipa.

Apesar de estar adormecido há séculos, o Misti é considerado ativo. Sua última erupção significativa aconteceu por volta do século XV, antes da chegada dos espanhóis ao Peru. 

Os especialistas monitoram constantemente sua atividade, mas, atualmente, não há risco iminente.

Vista panorâmica do Vulcão Misti em Arequipa, com cume nevado, colinas áridas e áreas verdes ao redor.