
Equipe Livare Viagens
Especialista em circuito rodoviário de alto padrão pela América do Sul.
Neste artigo · 18 tópicos+
- Por que a escolha do aeroporto da Argentina muda o seu roteiro?
- Quais são os principais aeroportos da Argentina?
- Quais aeroportos da Argentina atendem voos domésticos e regionais?
- Como funciona o desembarque no aeroporto de Bariloche durante o inverno?
- Como é desembarcar no aeroporto de Mendoza (MDZ)?
- Quais aeroportos servem o norte da Argentina?
- Quais aeroportos da Argentina servem a Patagônia?
- Como é a estrutura dos aeroportos de Ushuaia e El Calafate?
- Como escolher o aeroporto da Argentina ideal para cada rota?
- Quais documentos e regras de entrada o brasileiro deve conferir?
- Quais são as opções de transporte nos aeroportos da Argentina?
- Como sair do aeroporto e chegar ao hotel com mais segurança?
- Como planejar conexões entre Ezeiza e Aeroparque?
- Aeroparque ou Ezeiza: qual aeroporto escolher em Buenos Aires?
- Como organizar compras, internet e câmbio ao chegar à Argentina?
- Como economizar ao escolher o aeroporto da Argentina?
- Quais são os principais pontos para escolher um aeroporto da Argentina?
- Quais são as dúvidas mais comuns sobre aeroporto da Argentina?
O essencial em 1 minuto
Quando pensamos em passar as férias na Argentina, as primeiras imagens que surgem na mente são os jantares charmosos acompanhados de um bom vinho, os espetáculos de tango emocionantes, as paisagens cinematográficas da Patagônia ou as primeiras descidas nas pistas de neve.
Os principais aeroportos da Argentina concentram-se em hubs estratégicos que conectam o país ao mundo e facilitam o deslocamento interno de norte a sul.
A malha doméstica da Argentina é extensa e conecta Buenos Aires a capitais provinciais, regiões de fronteira e destinos turísticos de longa distância.
Desembarcar no Aeroporto Internacional Teniente Luis Candelaria, em Bariloche, é um dos primeiros contatos do viajante com a paisagem andina de Bariloche.
Escolher o melhor aeroporto da Argentina pode transformar sua viagem, seja para explorar Buenos Aires, esquiar na Patagônia ou visitar os vinhedos de Mendoza.
Os principais terminais oferecem rotas estratégicas, conforto e opções para todos os perfis de viajantes.
Descubra como escolher entre Ezeiza e Aeroparque em Buenos Aires, quais aeroportos atendem destinos como Mendoza, Bariloche, Ushuaia, El Calafate, Salta, Jujuy e Puerto Iguazú, como planejar conexões e quais cuidados tomar com documentação, bagagem e transporte. Para contextualizar o destino antes de decidir a rota aérea, consulte também nosso guia de turismo pela Argentina.
Para o passageiro brasileiro, a principal decisão em Buenos Aires normalmente está entre o Aeroporto Internacional Ministro Pistarini, em Ezeiza (EZE), e o Aeroparque Jorge Newbery (AEP). El Palomar (EPA) continua existindo como infraestrutura aeroportuária, mas não deve ser tratado como terceira alternativa regular de voos comerciais em 2026: a disponibilidade de operações precisa ser conferida no momento da compra.
| Aeroporto | Quando tende a fazer mais sentido | Ponto de atenção |
|---|---|---|
| Aeroparque (AEP) | Viagens com estadia em Buenos Aires, rotas domésticas e vários voos regionais | Compare horários e conexões; nem todo voo internacional usa AEP |
| Ezeiza (EZE) | Voos internacionais de maior alcance e itinerários que já chegam ou partem pelo mesmo terminal | Fica fora da área central de Buenos Aires e exige mais tempo de deslocamento terrestre |
| El Palomar (EPA) | Não deve ser considerado opção regular sem confirmação operacional específica | Não compre transporte ou hospedagem supondo que haverá voo comercial programado |
Por que a escolha do aeroporto da Argentina muda o seu roteiro?
Quando pensamos em passar as férias na Argentina, as primeiras imagens que surgem na mente são os jantares charmosos acompanhados de um bom vinho, os espetáculos de tango emocionantes, as paisagens cinematográficas da Patagônia ou as primeiras descidas nas pistas de neve. É uma delícia sonhar com esses momentos!
No entanto, o viajante de lazer experiente sabe que o sucesso de qualquer roteiro começa a ser desenhado muito antes, bem no momento de escolher as passagens aéreas e definir os portais de desembarque.
Os aeroportos são muito mais do que simples locais de partida e chegada; eles são os termômetros da sua viagem. Escolher o terminal errado para a sua rota ou ignorar as distâncias geográficas pode significar horas preciosas perdidas no trânsito, cansaço acumulado antes mesmo do primeiro passeio e gastos inesperados com deslocamentos de última hora.
Quais são os principais aeroportos da Argentina?
Os principais aeroportos da Argentina concentram-se em hubs estratégicos que conectam o país ao mundo e facilitam o deslocamento interno de norte a sul.
Ezeiza (EZE) é a principal referência para operações internacionais de Buenos Aires, enquanto o Aeroparque (AEP) concentra grande parte da malha doméstica e também recebe voos regionais e internacionais. El Palomar (EPA) tem importância histórica na expansão das low cost, mas não deve ser tratado como opção regular sem confirmação de voo para a data da viagem.
Esses terminais oferecem infraestrutura moderna, incluindo áreas de embarque amplas, lojas duty free e salas VIP confortáveis.
Portanto, para visualizar os diferenciais de cada aeroporto, considere:
- EZE (Ezeiza): maiores distâncias internacionais, opções de câmbio;
- AEP (Aeroparque): proximidade com o centro de Buenos Aires e voos domésticos;
- EPA (El Palomar): aeroporto existente, porém sem relevância equivalente a EZE e AEP na malha comercial regular de 2026.
Aeroporto Internacional de Ezeiza (EZE)
O Ezeiza é o principal portal internacional do país, recebendo companhias de diversos continentes.
Ezeiza possui estrutura voltada a operações internacionais, com áreas comerciais, alimentação, salas VIP, serviços ao passageiro e diferentes opções de transporte terrestre. A disponibilidade de cada serviço varia por área e horário, por isso vale conferir o aeroporto e a companhia antes da viagem.
Aeroparque Jorge Newbery (AEP)
Localizado dentro da Cidade de Buenos Aires, o Aeroparque atende uma ampla malha doméstica, regional e internacional. Sua principal vantagem para muitos turistas é reduzir o deslocamento terrestre até bairros centrais quando comparado a Ezeiza.
O menor deslocamento terrestre pode ser vantajoso para quem ficará em Buenos Aires ou continuará a viagem em voo doméstico, mas conexões curtas devem ser avaliadas caso a caso, considerando retirada de bagagem e novo embarque.

El Palomar (EPA): qual é a situação atual?
El Palomar ganhou relevância a partir de 2018 como base de companhias de baixo custo, mas esse retrato ficou desatualizado. Em 2026, o aeroporto permanece listado na infraestrutura aeroportuária da região metropolitana, porém sem uma malha regular que o coloque no mesmo patamar de decisão de Ezeiza e Aeroparque para o viajante de lazer.
Na prática, ao pesquisar passagem para Buenos Aires, concentre a comparação em AEP e EZE e só considere EPA se uma companhia aérea apresentar efetivamente aquele aeroporto no bilhete e na operação da data escolhida. Isso evita planejar transfer, hospedagem ou conexão com base em uma informação histórica.
Quais aeroportos da Argentina atendem voos domésticos e regionais?
A malha doméstica da Argentina é extensa e conecta Buenos Aires a capitais provinciais, regiões de fronteira e destinos turísticos de longa distância. Isso é especialmente importante em um país de grandes dimensões: em muitos roteiros, o aeroporto regional reduz horas de deslocamento terrestre e permite combinar duas regiões na mesma viagem.
Assim, Córdoba (COR), Mendoza (MDZ) e Bariloche (BRC) são referências para o centro, a região vinícola e a Patagônia andina. Puerto Iguazú (IGR) atende o lado argentino das Cataratas; Salta (SLA) e Jujuy (JUJ) ajudam a montar roteiros pelo noroeste; Ushuaia (USH) e El Calafate (FTE) atendem a Patagônia austral. Rosario (ROS), Posadas (PSS), Corrientes (CNQ) e Neuquén (NQN) também podem ser relevantes conforme a rota.
Não escolha apenas pelo tamanho do terminal. Compare a cidade onde o aeroporto está, o horário do voo, a necessidade de conexão, a política de bagagem da tarifa e o custo para chegar à hospedagem. Um bilhete aéreo aparentemente mais barato pode ficar mais caro quando exige troca de aeroporto, pernoite ou transfer longo.
Córdoba – Aeroporto Taravella (COR)
O Aeroporto Internacional Ingeniero Aeronáutico Ambrosio Taravella (COR) atende Córdoba e funciona como ponto estratégico da região central. Para o turista, sua utilidade está em evitar que todo deslocamento aéreo precise passar pela capital, conforme a malha disponível na data da viagem.
Mendoza – Aeroporto Francisco Gabrielli (MDZ)
O Aeroporto Internacional Gobernador Francisco Gabrielli, conhecido como El Plumerillo (MDZ), atende Mendoza e facilita o acesso aos principais eixos de enoturismo. Ao planejar a chegada, considere que hotéis e vinícolas podem estar em zonas diferentes, como a cidade de Mendoza, Maipú, Luján de Cuyo e Vale de Uco.
Bariloche – Aeroporto Ten. Luis Candelaria (BRC)
Bariloche é porta de entrada da Patagônia andina, com movimento intenso na temporada de inverno. Como o tema envolve detalhes próprios de transfer, estrutura, distância e operação sazonal, consulte também nosso guia específico sobre o aeroporto de Bariloche.
Puerto Iguazú – Aeroporto Internacional Cataratas del Iguazú (IGR)
Para quem pretende visitar as Cataratas pelo lado argentino, o Aeroporto Internacional Cataratas del Iguazú (IGR) é a referência aérea em Puerto Iguazú. Ele não deve ser confundido com o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (IGU), que fica no Brasil. A escolha entre IGR e IGU depende do restante do roteiro, do preço da passagem e de onde você pretende se hospedar.
Se a viagem combina Buenos Aires e Puerto Iguazú, IGR pode simplificar o deslocamento dentro da Argentina. Se o roteiro começa ou termina no Brasil, IGU também pode ser competitivo. Para entender a atração e a logística regional, veja o conteúdo sobre as Cataratas na Argentina.
Rosario, Posadas, Corrientes e Neuquén entram em qual tipo de roteiro?
Rosario (ROS) funciona como porta aérea para uma das maiores cidades argentinas fora da capital. Posadas (PSS) e Corrientes (CNQ) podem ser úteis em roteiros pelo nordeste argentino, especialmente quando a viagem envolve Misiones, Corrientes ou deslocamentos terrestres regionais.
Neuquén (NQN), por sua vez, é um ponto logístico importante para a Patagônia norte e para roteiros que seguem por estrada para outras localidades.
Esses aeroportos não precisam ser incluídos automaticamente em um roteiro turístico clássico. A função deles é ampliar as opções quando a malha, a distância terrestre ou a combinação de destinos justificar. Sempre compare o itinerário completo, não apenas o trecho aéreo isolado.
Como funciona o desembarque no aeroporto de Bariloche durante o inverno?
Desembarcar no Aeroporto Internacional Teniente Luis Candelaria, em Bariloche, é um dos primeiros contatos do viajante com a paisagem andina de Bariloche. Da janela do avião, antes mesmo do toque na pista, a visão dos picos nevados da Cordilheira e a imensidão azul do Lago Nahuel Huapi começam a desenhar o cenário das suas férias.
No entanto, por ser um dos destinos de inverno mais procurados por brasileiros, a alta temporada (especialmente entre os meses de junho e agosto) transforma o terminal em um dos pontos mais movimentados da Argentina. Saber o que esperar dos bastidores de desembarque evita surpresas e garante um início de viagem mais previsível.
Esteiras especiais e o cuidado com os equipamentos de esqui
Na temporada de inverno, o volume de passageiros e de bagagens especiais aumenta. Quem viaja com esquis, snowboard ou equipamentos volumosos deve confirmar diretamente com a companhia aérea como funciona o despacho, a franquia contratada e o ponto de retirada. Para detalhes específicos do terminal e da logística local, concentre a leitura no guia do aeroporto de Bariloche.
Bagagens volumosas: pranchas de snowboard, esquis e outros equipamentos podem ser encaminhados para pontos específicos de entrega de bagagem. Ao desembarcar, acompanhe a sinalização e confirme com a equipe de solo onde retirar itens fora do padrão.
O procedimento pode mudar conforme a companhia e a operação do dia. Por isso, não abandone a área de restituição de bagagens antes de localizar o equipamento ou registrar a ocorrência com a empresa aérea em caso de atraso ou avaria.
A dica para quem viaja em família é dividir tarefas: enquanto uma pessoa aguarda as malas tradicionais na esteira principal, outra pode se direcionar ao balcão de volumes especiais para recolher os casacos pesados e equipamentos de esporte, otimizando o tempo de saída do terminal.
Como é desembarcar no aeroporto de Mendoza (MDZ)?
Pousar no Aeroporto Internacional El Plumerillo, em Mendoza, marca a transição entre o trecho aéreo e o roteiro de vinhos e paisagens andinas.
Diferente dos grandes terminais de Buenos Aires, o aeroporto mendocino é um terminal de porte médio que atende a principal região vitivinícola do país.
Para quem viaja por enoturismo, o ponto mais importante é organizar previamente o deslocamento entre o aeroporto e a hospedagem, principalmente quando o hotel fica fora da área urbana de Mendoza.
O “pulo do gato” para o transporte de vinhos e bagagens especiais
Mendoza é o destino onde todo mundo viaja sabendo que vai voltar com a bagagem um pouco mais pesada. As vinícolas das regiões de Luján de Cuyo, Maipú e do icônico Vale de Uco guardam rótulos espetaculares que todo mundo quer trazer para casa. Sabendo disso, a infraestrutura do aeroporto foi desenhada para facilitar a vida do passageiro da Livare:
Embalagens próprias para vinho: em Mendoza é comum encontrar caixas e embalagens desenvolvidas para transportar garrafas. Ainda assim, a embalagem não substitui a regra da companhia aérea.
Antes de comprar vinho para levar ao Brasil, confira se a sua tarifa permite despacho, quais são os limites de peso e volume e como a empresa orienta o acondicionamento de itens frágeis.
Despacho de caixas: a aceitação de caixas de vinho, etiquetagem de item frágil e forma de despacho variam conforme a companhia, o aeroporto e a tarifa. Não existe garantia de que uma embalagem chegará intacta apenas por receber uma identificação de fragilidade.
Na Livare, nossa orientação é confirmar a política da empresa aérea antes da compra e separar margem de peso na bagagem para evitar uma decisão cara no balcão.
Como organizar o transfer do aeroporto de Mendoza aos vinhedos?
Por ser um aeroporto de porte médio, o desembarque em Mendoza tende a ser mais simples de compreender do que em grandes hubs, mas o tempo real depende do voo, da restituição de bagagem, de eventual controle migratório e do movimento do dia.
Quando o transfer estiver incluído no roteiro da Livare, confirme antes do embarque o ponto de encontro e a identificação prevista para o motorista. Essa informação evita desencontros e facilita a saída do terminal, principalmente em chegadas noturnas.
Como as zonas hoteleiras e os hotéis próximos às vinícolas ficam espalhados por diferentes áreas, um transfer previamente organizado pode reduzir incertezas com rota, bagagem e horário. Para quem prefere táxi, remis, aplicativo ou carro alugado, o importante é comparar distância e custo até o endereço exato da hospedagem.
Quais aeroportos servem o norte da Argentina?
A região norte dispõe de aeroportos menores, porém eficientes, atendendo culturas locais e atrações como Salta e Jujuy. Apesar de menores, esses terminais oferecem estrutura adequada, incluindo desembarque rápido e balcões de informações turísticas.
O ganho logístico desses aeroportos está em aproximar o viajante do noroeste argentino e reduzir etapas terrestres a partir de Buenos Aires.
Salta – Aeroporto Martín Miguel de Güemes (SLA)
Em Salta, o aeroporto combina tradição e modernidade, com salas de embarque que valorizam a cultura local por meio de exposições de artesanato.
Jujuy – Aeroporto Horacio Guzmán (JUJ)
O Aeroporto Internacional Gobernador Horacio Guzmán (JUJ) atende a província de Jujuy e pode ser útil em roteiros que seguem para a Quebrada de Humahuaca e outros destinos do noroeste. Compare JUJ e SLA conforme a ordem das cidades do roteiro e a disponibilidade de voos.
Quais aeroportos da Argentina servem a Patagônia?
A Patagônia abriga destinos famosos pelo turismo de aventura e natureza selvagem, suportados por terminais que se adaptam a picos sazonais de passageiros.
Ushuaia (USH) e El Calafate (FTE) são dois dos aeroportos mais importantes para o turismo na Patagônia austral. Serviços disponíveis, locadoras, alimentação e horários variam; confirme a estrutura necessária no aeroporto e com a companhia antes da chegada.
Ushuaia – Malvinas Argentinas (USH)
O Aeroporto Internacional Malvinas Argentinas atende Ushuaia e é uma das portas de entrada para roteiros no extremo sul do país. Como localização, transporte, serviços e sazonalidade exigem explicação própria, veja o guia completo do aeroporto em Ushuaia.
El Calafate – Comandante Armando Tola (FTE)
Em El Calafate, a expectativa de ver geleiras se complementa com serviços de transporte organizado até o Parque Nacional Los Glaciares.

Como é a estrutura dos aeroportos de Ushuaia e El Calafate?
Voar para a Patagônia austral muda a lógica do roteiro porque as distâncias terrestres são grandes e as condições climáticas podem interferir na operação. Ushuaia e El Calafate funcionam como portas aéreas para regiões com perfis turísticos diferentes e não devem ser tratados como aeroportos intercambiáveis.
Os terminais de Ushuaia e El Calafate têm porte e dinâmica próprios. No planejamento, priorize conexão, horário de chegada, transporte contratado e margem para mudanças operacionais em períodos de clima adverso ou alta temporada.
Ushuaia (USH): o espetáculo visual da aproximação aérea cercada por paisagem patagônica
A experiência de viajar para a Terra do Fogo com a Livare começa muito antes de colocar os pés no chão. O procedimento de descida da aeronave em direção ao Aeroporto Internacional de Ushuaia é um verdadeiro show à parte.
A aproximação de Ushuaia pode oferecer vistas do Canal de Beagle e das montanhas ao redor, dependendo da rota, do sentido de pouso e das condições meteorológicas. A paisagem é um atrativo, mas a prioridade operacional é sempre a segurança do voo.
O terminal de Ushuaia chama atenção pelo uso de madeira e por uma arquitetura associada ao ambiente patagônico. Além do aspecto visual, o que mais importa ao passageiro é confirmar serviços, transporte e horários conforme a época da viagem.
O terminal possui áreas internas protegidas do clima externo e serviços para passageiros. Em dias frios, organize as camadas de roupa para não depender de permanecer com todos os casacos durante a espera interna e mantenha itens essenciais acessíveis na bagagem de mão.
El Calafate (FTE): conforto térmico no portal dos glaciares
Um pouco mais ao norte, o Aeroporto Internacional Comandante Armando Tola, em El Calafate, é a porta de entrada para um dos maiores espetáculos da natureza: o Parque Nacional Los Glaciares e a imensa parede de gelo do Glaciar Perito Moreno.
O terminal de El Calafate é moderno, espaçoso e foi planejado milimetricamente para lidar com as variações climáticas da estepe patagônica. Suas imensas fachadas de vidro valorizam a iluminação natural e oferecem uma vista panorâmica para a paisagem árida e mística que cerca a região.
A logística de desembarque costuma ser simples de compreender, mas o tempo de restituição das malas varia conforme o volume de voos. Se houver transfer marcado, combine uma margem compatível com a chegada real da bagagem.
Ao passar pelo portão principal, a estrutura de suporte da Livare se faz notar: seu transfer estará posicionado de forma estratégica na saída, pronto para acomodar as suas malas e iniciar o trajeto de cerca de 20 minutos até o centro da charmosa cidade de El Calafate.
Com o deslocamento previamente organizado, você reduz decisões de última hora e pode seguir para a hospedagem com mais previsibilidade antes dos passeios pela região dos glaciares.
Como escolher o aeroporto da Argentina ideal para cada rota?
A escolha do aeroporto da Argentina deve considerar fatores como tipo de voo, proximidade ao destino, necessidade de conexão, política de bagagem e custo terrestre. O melhor aeroporto não é necessariamente o maior: é aquele que reduz atrito no roteiro completo.
| Seu roteiro | Aeroporto a comparar primeiro | Por quê |
|---|---|---|
| Buenos Aires | AEP e EZE | AEP é urbano; EZE concentra ampla operação internacional |
| Mendoza e vinhos | MDZ | Evita continuar a viagem por terra a partir de Buenos Aires |
| Bariloche e neve | BRC | É a porta aérea da região de Bariloche |
| Ushuaia | USH | Atende diretamente a cidade no extremo sul |
| El Calafate e glaciares | FTE | Atende El Calafate e o acesso turístico à região dos glaciares |
| Cataratas pelo lado argentino | IGR | Atende Puerto Iguazú; compare com IGU se o roteiro incluir o Brasil |
| Salta e noroeste | SLA | Boa base para organizar o trecho aéreo antes da etapa terrestre |
| Jujuy e Quebrada | JUJ | Pode reduzir deslocamentos dependendo da sequência do roteiro |
Quando a viagem envolve mais de uma região, faça a comparação por trecho. Por exemplo: chegar ao país por AEP, passar alguns dias em Buenos Aires e sair do mesmo aeroporto para Bariloche pode ser mais simples do que comprar a menor tarifa internacional para EZE e depois arcar com uma troca de aeroporto.
Em outros casos, manter toda a viagem em EZE pode ser melhor. O critério é minimizar conexões vulneráveis, não seguir uma regra fixa.
Assim, voos longos solicitam aeroportos internacionais com melhores conexões, enquanto trajetos internos valorizam distância e agilidade. Ademais, infraestrutura de lounges, opções gastronômicas e transfer influenciam na experiência geral.
Voos internacionais versus domésticos
Voos internacionais aterram em EZE para procedimentos de controle e imigração, enquanto domésticos preferem AEP ou aeroportos regionais, reduzindo deslocamento até o centro.
Proximidade ao centro urbano
Acessos rápidos ao centro de Buenos Aires tornam o Aeroparque atraente para negócios e turismo cultural, facilitando visita a museus e restaurantes.
Infraestrutura e serviços
Considere disponibilidade de Wi-Fi, áreas de descanso e estacionamentos, pois esses elementos fazem diferença em escalas longas.

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Conhecer o circuito ↗Quais documentos e regras de entrada o brasileiro deve conferir?
Desembarcar em outro país envolve controle migratório e, quando aplicável, procedimentos aduaneiros. Para brasileiros, os acordos regionais simplificam a documentação de viagem, mas isso não elimina a necessidade de portar documentos aceitos e acompanhar requisitos atualizados.
Entender as regras oficiais de entrada e de retorno ao Brasil reduz o risco de impedimentos, retenção de produtos e decisões de última hora no aeroporto.
O trâmite da Imigração: documentos aceitos e a simpatia na aduana
Brasileiros podem viajar à Argentina a turismo com passaporte vigente ou com documento de identidade brasileiro aceito pelos acordos do Mercosul. A página oficial da Direção Nacional de Migrações da Argentina informa que nacionais do Brasil podem ingressar como turistas com passaporte vigente ou cédula/documento de identidade vigente habilitado.
- Passaporte: vigente e em boas condições de identificação;
- Documento de identidade brasileiro habilitado para viagem no Mercosul: vigente, em bom estado e com fotografia que permita identificar claramente o titular.
Atenção: CNH, carteiras profissionais e outros documentos que não sejam documentos de viagem habilitados não devem ser usados como substitutos do passaporte ou da identidade aceita pelo acordo regional. Se houver dúvida sobre o documento que você possui, consulte a regra oficial antes de emitir a passagem.
Se você optar por viajar sem passaporte, redobre o cuidado com o estado de conservação e a identificação visual do documento. Para aprofundar esse tema sem misturar assuntos nesta página, consulte nosso guia sobre passaporte e documentos para a Argentina.
O controle migratório é uma etapa formal de entrada no país e os procedimentos podem variar conforme o ponto de ingresso e a atualização dos sistemas. Brasileiro viajando a turismo não deve presumir que qualquer documento com foto será aceito: use somente documento de viagem habilitado.
Atualização importante para 2026: a legislação migratória argentina passou a exigir que estrangeiros declarem contar com seguro de saúde para atender necessidades médicas durante a permanência.
A redação atualizada da Lei de Migrações nº 25.871 inclui essa declaração entre as condições de ingresso. Como requisitos operacionais podem ser regulamentados ou atualizados, confira a orientação oficial perto da data da viagem.
O que pode e o que não pode levar na mala de volta para o Brasil?
Na hora de arrumar as malas para o voo de retorno, depois de ter vivido dias inesquecíveis, o segredo é saber como equilibrar as compras com as regras da Receita Federal e da Vigilância Sanitária (Anvisa/Vigiagro). Afinal, ninguém quer ver uma garrafa de vinho premiada ou um doce de leite artesanal ser retido no aeroporto.
Na volta ao Brasil, existem duas camadas diferentes de regra: os limites aduaneiros da Receita Federal e os controles sanitários do Vigiagro. Elas não devem ser confundidas. Um produto pode estar dentro da cota aduaneira e, ainda assim, ter exigência sanitária específica.
- Vinhos e outras bebidas alcoólicas: a Receita Federal estabelece limite quantitativo de 12 litros no total para bagagem acompanhada, tanto por via aérea/marítima quanto terrestre. Além da cota, respeite as regras da companhia aérea para despacho e transporte de líquidos;
- Chocolates, balas e produtos vegetais industrializados: vários itens industrialmente processados de baixo risco podem ser admitidos, mas confira a classificação atual do produto antes da viagem;
- Queijos, embutidos, carnes, pescados, doce de leite e outros produtos de origem animal: não aplique a regra simplista de que basta estar lacrado a vácuo. As condições variam conforme produto, processamento, origem, embalagem, rotulagem e exigências sanitárias vigentes;
- Produtos frescos e alimentos preparados: podem ter restrições específicas e alguns itens precisam ser consumidos ou descartados antes do ingresso no Brasil.
Antes de fechar a mala, consulte a Receita Federal para cotas e limites quantitativos e a lista atualizada do Vigiagro para produtos agropecuários. Essa checagem é especialmente importante para vinhos, queijos, embutidos e outros alimentos comprados como lembrança.
Quais são as opções de transporte nos aeroportos da Argentina?
O transporte terrestre complementa a experiência de viagem, assim conectando passageiros a hotéis e pontos turísticos com conforto.
Transfers previamente contratados, táxis e remises oficiais, transporte público e aplicativos podem fazer parte da chegada, dependendo do aeroporto e do horário. Compare custo, ponto de embarque, quantidade de bagagem e previsibilidade antes de escolher.
Antes de escolher o meio, avalie:
- transfers privativos: conforto e agendamento antecipado;
- táxis e remises oficiais: use pontos e balcões identificados e confirme a forma de cobrança antes de embarcar;
- ônibus públicos: opção mais barata com horários fixos.
Táxi, aplicativo e transfers privativos
Transfers previamente contratados reduzem a incerteza na chegada, especialmente quando o roteiro envolve família, muita bagagem, horário noturno ou conexão apertada. Quando o serviço fizer parte do pacote, confirme previamente ponto de encontro, identificação do motorista e telefone de suporte.
Ônibus público e shuttle
EZE e AEP possuem alternativas de transporte público e serviços terrestres. A oferta, os pontos de embarque e os horários podem mudar; por isso, consulte as páginas oficiais de como chegar a Ezeiza e como chegar ao Aeroparque antes do deslocamento.

Como sair do aeroporto e chegar ao hotel com mais segurança?
O momento em que cruzamos as portas de vidro do desembarque e entramos no saguão principal é um dos mais eletrizantes da viagem. O som de diferentes idiomas, o movimento das pessoas e o letreiro de “Bem-vindo” dão o sinal oficial de que as férias começaram.
No entanto, para o viajante de lazer, esse também pode ser um momento de leve desorientação: dezenas de motoristas oferecendo serviços ao mesmo tempo e filas nos balcões podem assustar. Com algumas dicas simples de bastidores, você vai sair do terminal como um verdadeiro morador local.
O perigo dos motoristas de saguão e a segurança das frotas oficiais
Evite contratar transporte oferecido informalmente por pessoas que abordam passageiros no saguão. A própria Aeropuertos Argentina orienta a não aceitar serviços de transporte oferecidos a viva voz e disponibiliza informações oficiais sobre as modalidades de acesso a EZE e AEP.
Embora a grande maioria das pessoas seja honesta, os chamados táxis “piratas” ou motoristas sem registro não possuem tarifas regulamentadas e costumam cobrar valores astronômicos de turistas desavisados no final do trajeto.
Se você não contratou transfer privativo, use os canais e pontos identificados pelo aeroporto para localizar táxis, remises, ônibus ou outros serviços autorizados. Evite fechar transporte com abordagens informais no saguão.
Se optar por táxi, remis, shuttle ou transfer, prefira serviços identificados nos canais oficiais do aeroporto ou contratados antecipadamente. Confirme destino, valor ou forma de cálculo da tarifa e ponto de embarque antes de sair do terminal.
Guardar comprovante da contratação e conferir identificação do veículo e do motorista são medidas simples que ajudam a reduzir desencontros. Nenhum meio de transporte deve ser apresentado como garantia absoluta de segurança.
Decifrando os aplicativos de mobilidade e os pontos de encontro
Para os viajantes que preferem o dinamismo e a economia dos aplicativos de transporte (como Uber e Cabify), a dinâmica nos aeroportos argentinos possui regras específicas que evitam fardos e desencontros:
Regras de parada e locais de embarque para aplicativos podem variar conforme o terminal e a operação do momento. Depois de solicitar o carro, siga exatamente a indicação exibida no aplicativo e a sinalização do aeroporto, evitando atravessar áreas de tráfego ou combinar embarques improvisados.
A dica é pegar as suas malas, passar pela alfândega e, enquanto ainda estiver na área interna aproveitando o Wi-Fi gratuito do aeroporto, abrir o aplicativo e digitar o endereço do hotel.
O próprio app vai indicar em qual portão ou calçada específica (por exemplo: “Calçada Central – Setor A”) você deve aguardar. Solicite o carro apenas quando já estiver caminhando em direção à saída, pois os motoristas costumam chegar muito rápido e não podem estacionar na vaga por muito tempo.
Entender essa engrenagem faz com que você faça a transição do avião para o carro com menos atrito, acomode as suas malas com segurança e comece a observar os monumentos, as avenidas arborizadas e a arquitetura portenha pela janela já observando a paisagem urbana!
Como planejar conexões entre Ezeiza e Aeroparque?
Planejar uma conexão que exige troca entre Aeroparque e Ezeiza é diferente de fazer uma conexão dentro do mesmo terminal. Além do trajeto terrestre, você pode precisar passar por imigração, retirar bagagem, sair da área restrita, deslocar-se pela cidade e realizar novo check-in.
Como referência operacional conservadora, a Livare recomenda trabalhar com uma margem ampla (frequentemente 4 horas ou mais) e aumentar essa janela em períodos de trânsito intenso, alta temporada ou bilhetes emitidos separadamente.
Um transfer previamente reservado não acelera imigração ou segurança aeroportuária, mas pode reduzir o tempo perdido procurando transporte depois que você já estiver liberado para sair do terminal.
Diferenças de terminal e deslocamento
Os aeroportos ficam em extremos do perímetro urbano, então, exigindo transporte rodoviário; por isso, escolha empresas especializadas com experiência local.
Tempo mínimo de conexão
Não trate 240 minutos como garantia universal. O tempo necessário depende do horário, da fila de imigração, da entrega de bagagem, do trânsito, da antecedência exigida pela companhia e de eventuais atrasos. Se perder o segundo voo representaria grande prejuízo, prefira uma margem superior ou itinerário que mantenha chegada e partida no mesmo aeroporto.
Aeroparque ou Ezeiza: qual aeroporto escolher em Buenos Aires?
Se você está organizando a sua viagem com a Livare, riscar do mapa qualquer informação antiga sobre a logística de voos na Argentina é o primeiro passo para não cair em ciladas. A maior novidade do mercado, e que muda completamente a vida do turista brasileiro, é a grande transformação do Aeroparque Jorge Newbery (AEP).
O Aeroparque deixou há anos de ser apenas um terminal doméstico e hoje recebe também voos internacionais e regionais. Para brasileiros, isso mudou a lógica de chegada à capital: quando existe voo compatível com AEP, o passageiro pode desembarcar dentro da cidade e reduzir o trecho terrestre até bairros turísticos.
Se você encontrar textos antigos apresentando El Palomar (EPA) como uma terceira alternativa regular de baixo custo, trate a informação como histórica. O aeroporto continua existindo, mas em 2026 não possui a mesma relevância operacional para o passageiro regular que AEP e EZE; confirme qualquer eventual operação antes de incluí-lo no roteiro.
Na maioria das viagens de lazer para Buenos Aires, a comparação prática fica entre Aeroparque e Ezeiza. Veja como avaliar cada um sem assumir que existe um vencedor universal:
A revolução do Aeroparque (AEP): desembarcando no coração da capital
O grande diferencial do Aeroparque é geográfico: ele fica dentro da Cidade de Buenos Aires. Dependendo do trânsito e do bairro da hospedagem, isso pode reduzir significativamente o deslocamento terrestre em comparação com Ezeiza. Evite, porém, prometer um tempo fixo de chegada ao hotel, porque a duração varia ao longo do dia.
Localizado de forma privilegiada na orla do Rio da Prata, dentro do perímetro urbano de Buenos Aires, ele é o aeroporto favorito dos viajantes que querem otimizar o tempo. As grandes vantagens de voar para lá incluem:
Economia potencial de tempo: por estar dentro da cidade, AEP tende a exigir um trajeto terrestre menor até bairros como Palermo, Recoleta e áreas centrais. Isso pode reduzir custo e tempo, mas o resultado real depende do endereço, do trânsito e do meio de transporte escolhido.
Se o seu plano inclui esticar a viagem com a Livare para ver a neve em Bariloche ou ver os glaciares em El Calafate, o Aeroparque é o principal hub de voos domésticos do país. Desembarcar ali significa que você só precisa subir de andar para pegar o seu próximo voo, sem precisar trocar de aeroporto.
O charme clássico de Ezeiza (EZE): quando o gigante internacional vale a pena
O Aeroporto Internacional Ministro Pistarini, mundialmente conhecido como Ezeiza, continua sendo o maior portal de entrada da Argentina, projetado para receber as gigantescas aeronaves que vêm da Europa e dos Estados Unidos.
Ele fica no município de Ezeiza, fora da área central de Buenos Aires. O tempo rodoviário até a hospedagem varia conforme bairro, horário, trânsito e meio de transporte; por isso, não trate uma estimativa única como duração garantida.
Embora exija um deslocamento maior até a zona hoteleira, escolher um voo que pousa em Ezeiza traz vantagens exclusivas para determinados perfis de viajantes:
Infraestrutura para voos internacionais: Ezeiza oferece salas VIP, alimentação, comércio, estacionamento e serviços para passageiros. A disponibilidade de cada lounge depende do terminal, horário, companhia, programa ou cartão utilizado, por isso vale confirmar o acesso antes de contar com esse benefício.
Duty Free e compras: Ezeiza possui operação relevante de lojas e serviços comerciais, mas variedade, estoque e preço mudam. Se compras forem uma parte importante do seu planejamento, compare preços no dia e veja nosso guia específico de Duty Free na Argentina.
Conexões no mesmo aeroporto: quando todos os trechos estão no mesmo bilhete e a companhia oferece conexão sem troca de terminal aeroportuário, a viagem tende a ser mais simples. Ainda assim, confirme no check-in se a bagagem seguirá até o destino final ou se deverá ser retirada por causa de imigração, alfândega ou regras do itinerário.
Como organizar compras, internet e câmbio ao chegar à Argentina?
Pousar em um país novo traz uma sensação deliciosa de aventura, mas também ativa um checklist mental automático na cabeça de todo viajante: Como aviso minha família que cheguei? Onde troco dinheiro sem cair em pegadinhas? Será que vale a pena comprar no Duty Free agora?
Resolver essas pequenas burocracias com inteligência logo no desembarque é o segredo para sair do aeroporto com a mente tranquila e focar apenas no que interessa: curtir as suas férias com a Livare.
Onde vale mais a pena comprar? Free Shop de partida vs. chegada na Argentina
A experiência de compras nos aeroportos argentinos é famosa pela conveniência, mas exige estratégia para fazer o seu dinheiro render mais. A grande dúvida é sempre se vale a pena comprar na loja de conveniência do Brasil antes de decolar ou esperar para gastar nos terminais da Argentina.
A resposta está na sua lista de desejos. Se o seu foco for produtos de tecnologia (como fones de ouvido ou carregadores) ou cosméticos de marcas internacionais específicas, o Duty Free do Brasil costuma oferecer melhores condições de parcelamento no cartão.
No entanto, se a sua ideia é voltar com a mala recheada de alfajores legítimos, doces de leite de marcas consagradas e, claro, os espetaculares vinhos de Mendoza, deixe para comprar na chegada ou na partida da Argentina.
Duty Free e lojas aeroportuárias podem oferecer vinhos, alfajores, cosméticos e outros produtos, mas preço e estoque variam. Antes de comprar, compare com os valores da cidade e confira as regras de líquidos e bagagem da companhia. Para uma análise específica de compras, veja nosso conteúdo sobre Duty Free na Argentina.
Chip de internet e câmbio de moeda: resolvendo a vida no desembarque
Sair do saguão do aeroporto conectado e com alguns pesos no bolso evita muitos perrengues urbanos. Para que tudo corra bem, siga este pequeno manual prático de bastidores:
Conectividade: ter internet logo na chegada facilita contato com o transfer, consulta de mapas e uso de aplicativos. A disponibilidade de quiosques de operadoras ou venda de chips no terminal pode mudar; uma alternativa é contratar eSIM compatível antes da viagem ou verificar opções de telefonia ao chegar.
Não conte com um único formato de contratação ou exigência documental para chips e eSIMs. Compare cobertura, franquia de dados e condições da operadora escolhida. Se o objetivo é apenas ter conexão imediata para o desembarque, deixe o serviço configurado ainda no Brasil sempre que isso for possível.
A Cilada do Câmbio de Saguão: Essa é a dica de ouro para proteger o seu patrimônio. Nunca troque todo o seu dinheiro nas primeiras casas de câmbio que você enxergar no saguão de desembarque.
Os caixas localizados colados na saída das esteiras de mala costumam praticar as taxas de câmbio mais desvantajosas do mercado, cobrando tarifas embutidas altas por estarem ali pela conveniência imediata.
Para a sua segurança, troque apenas uma quantia pequena em espécie para pequenas despesas imediatas (como uma garrafa de água ou um café).
Cartões emitidos no exterior e algumas carteiras digitais podem ter conversão específica para gastos de não residentes, conforme regras do sistema financeiro argentino e da bandeira utilizada.
O Banco Central da República Argentina mantém informações sobre mecanismos cambiais para turistas. Como câmbio é volátil, não use uma cotação antiga como promessa. Compare a taxa efetiva apresentada pelo seu emissor, custos do cartão e alternativas legais de câmbio antes de concentrar todos os gastos em um único meio de pagamento.
Como economizar ao escolher o aeroporto da Argentina?
Economizar ao escolher aeroporto envolve monitorar tarifas, programar viagens em dias menos concorridos e acumular milhas.
Além disso, aeroportos secundários às vezes oferecem voos mais baratos, embora exijam deslocamento extra. Ademais, promoções sazonais podem reduzir custos significativamente, sobretudo em rotas para destinos menos populares.
Tarifas aéreas e promoções sazonais
Monitore alertas de preço e acompanhe campanhas de baixa temporada. Compare o valor final da tarifa já com bagagem, marcação de assento, deslocamento terrestre e eventual pernoite de conexão.
Milhas e programas de fidelidade
Acumule pontos em voos frequentes e utilize-os para upgrades ou descontos, potencializando o valor gasto em viagens.
Como calcular o custo real do aeroporto mais barato?
O preço do bilhete é apenas a primeira linha da conta. Some bagagem despachada, transporte até o hotel, alimentação durante conexões, eventual troca entre EZE e AEP e o risco de precisar dormir em Buenos Aires. Em uma família, quatro transfers e quatro franquias de bagagem podem eliminar rapidamente a economia aparente de uma tarifa promocional.
Também compare o horário de chegada. Um voo que pousa muito tarde pode aumentar o custo do transporte e reduzir a primeira diária útil da viagem. Já uma conexão excessivamente curta pode parecer eficiente no papel, mas criar um risco operacional desnecessário. Na Livare, o aeroporto é tratado como parte do roteiro, não como uma decisão isolada.
Para aprofundar regras de emissão, bagagem e planejamento aéreo, consulte também nosso guia sobre voos para a Argentina.
Quais são os principais pontos para escolher um aeroporto da Argentina?
Por fim, confira os principais pontos do artigo sobre aeroporto da Argentina.
- comparação dos principais aeroportos de Buenos Aires: Ezeiza e Aeroparque, com atualização sobre a situação operacional de El Palomar;
- mapa da malha interna: Córdoba, Mendoza, Bariloche, Puerto Iguazú e outros aeroportos regionais relevantes;
- destinos regionais: Salta e Jujuy no norte; Ushuaia e El Calafate na Patagônia;
- critérios de escolha: tipo de voo, distância e infraestrutura;
- dicas de transporte e economia para otimizar sua viagem.
Escolher o aeroporto certo é uma decisão de logística: ele precisa conversar com o seu voo, o hotel, a bagagem, a conexão e o próximo trecho da viagem.
Se o roteiro envolve diferentes regiões da Argentina ou combina avião e deslocamentos terrestres, a equipe da Livare pode organizar essa sequência de forma integrada, reduzindo trocas desnecessárias e pontos de risco no percurso.
Quais são as dúvidas mais comuns sobre aeroporto da Argentina?
A seguir, confira as principais dúvidas sobre o aeroporto da Argentina.
Qual aeroporto da Argentina devo escolher para voos diretos do Brasil?
Não existe uma resposta única. Ezeiza (EZE) continua sendo o principal aeroporto internacional de Buenos Aires, mas o Aeroparque (AEP) também recebe voos internacionais e regionais, inclusive em rotas que podem ser convenientes para brasileiros. Compare o aeroporto indicado no bilhete, o bairro da hospedagem e a conexão seguinte.
É fácil fazer conexão entre Aeroparque e Ezeiza?
É possível, mas a troca exige deslocamento terrestre e deve ser planejada com margem. Trânsito, imigração, bagagem e novo check-in podem ampliar bastante o tempo total. Se houver alternativa viável no mesmo aeroporto, ela tende a reduzir o risco operacional.
Quais aeroportos atendem quem visita às Cataratas do Iguaçu?
Para visitar as Cataratas pelo lado argentino, o Aeroporto Internacional Cataratas del Iguazú (IGR), em Puerto Iguazú, é a referência. Quem chega pelo Brasil pode comparar IGR com o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (IGU), considerando onde ficará hospedado e como fará a travessia de fronteira.
Como funciona o transporte público em Mendoza?
Mendoza (MDZ) conta com alternativas terrestres como táxis, remises, transporte público, aluguel de carro e transfers, mas horários, tarifas e tempo de deslocamento variam. Confirme a opção adequada à sua hospedagem antes da chegada.
Vale a pena usar aeroportos menores na Patagônia?
Sim. Para roteiros focados na Patagônia, aeroportos como Bariloche (BRC), Ushuaia (USH) e El Calafate (FTE) evitam longos deslocamentos terrestres desde Buenos Aires. A melhor combinação depende da estação, da malha disponível e da sequência do roteiro.
El Palomar ainda recebe voos comerciais regulares?
Em 2026, El Palomar (EPA) não deve ser planejado como uma terceira alternativa regular equivalente a Ezeiza e Aeroparque. O aeroporto existe e pode permanecer habilitado, mas qualquer operação comercial deve ser confirmada diretamente na passagem e com a companhia aérea.
Brasileiro precisa de passaporte para viajar à Argentina?
Não necessariamente. Brasileiros podem usar passaporte vigente ou documento de identidade habilitado pelos acordos do Mercosul, desde que o documento esteja válido e permita identificação segura. CNH e carteiras profissionais não substituem automaticamente esses documentos de viagem.
É necessário seguro de saúde para entrar na Argentina?
A legislação migratória argentina atualizada em 2025 determina que estrangeiros declarem contar com seguro de saúde para atender suas necessidades médicas. Como a aplicação operacional pode receber regulamentações complementares, verifique a exigência oficial perto da data do embarque e leve a comprovação da cobertura disponível.

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Por que a escolha do aeroporto da Argentina muda o seu roteiro?
Quando pensamos em passar as férias na Argentina, as primeiras imagens que surgem na mente são os jantares charmosos acompanhados de um bom vinho, os espetáculos de tango emocionantes, as paisagens cinematográficas da Patagônia ou as primeiras descidas nas pistas de neve.
Ler a seção completa ↑Quais são os principais aeroportos da Argentina?
Os principais aeroportos da Argentina concentram-se em hubs estratégicos que conectam o país ao mundo e facilitam o deslocamento interno de norte a sul.
Ler a seção completa ↑Quais aeroportos da Argentina atendem voos domésticos e regionais?
A malha doméstica da Argentina é extensa e conecta Buenos Aires a capitais provinciais, regiões de fronteira e destinos turísticos de longa distância.
Ler a seção completa ↑Como funciona o desembarque no aeroporto de Bariloche durante o inverno?
Desembarcar no Aeroporto Internacional Teniente Luis Candelaria, em Bariloche, é um dos primeiros contatos do viajante com a paisagem andina de Bariloche.
Ler a seção completa ↑Como é desembarcar no aeroporto de Mendoza (MDZ)?
Pousar no Aeroporto Internacional El Plumerillo, em Mendoza, marca a transição entre o trecho aéreo e o roteiro de vinhos e paisagens andinas.
Ler a seção completa ↑Quais aeroportos servem o norte da Argentina?
A região norte dispõe de aeroportos menores, porém eficientes, atendendo culturas locais e atrações como Salta e Jujuy.
Ler a seção completa ↑Quais aeroportos da Argentina servem a Patagônia?
A Patagônia abriga destinos famosos pelo turismo de aventura e natureza selvagem, suportados por terminais que se adaptam a picos sazonais de passageiros.
Ler a seção completa ↑Como é a estrutura dos aeroportos de Ushuaia e El Calafate?
Voar para a Patagônia austral muda a lógica do roteiro porque as distâncias terrestres são grandes e as condições climáticas podem interferir na operação.
Ler a seção completa ↑Como escolher o aeroporto da Argentina ideal para cada rota?
A escolha do aeroporto da Argentina deve considerar fatores como tipo de voo, proximidade ao destino, necessidade de conexão, política de bagagem e custo terrestre.
Ler a seção completa ↑Quais documentos e regras de entrada o brasileiro deve conferir?
Desembarcar em outro país envolve controle migratório e, quando aplicável, procedimentos aduaneiros.
Ler a seção completa ↑Quais são as opções de transporte nos aeroportos da Argentina?
O transporte terrestre complementa a experiência de viagem, assim conectando passageiros a hotéis e pontos turísticos com conforto.
Ler a seção completa ↑Como sair do aeroporto e chegar ao hotel com mais segurança?
O momento em que cruzamos as portas de vidro do desembarque e entramos no saguão principal é um dos mais eletrizantes da viagem.
Ler a seção completa ↑Como planejar conexões entre Ezeiza e Aeroparque?
Planejar uma conexão que exige troca entre Aeroparque e Ezeiza é diferente de fazer uma conexão dentro do mesmo terminal.
Ler a seção completa ↑Aeroparque ou Ezeiza: qual aeroporto escolher em Buenos Aires?
Se você está organizando a sua viagem com a Livare, riscar do mapa qualquer informação antiga sobre a logística de voos na Argentina é o primeiro passo para não cair em ciladas.
Ler a seção completa ↑Como organizar compras, internet e câmbio ao chegar à Argentina?
Pousar em um país novo traz uma sensação deliciosa de aventura, mas também ativa um checklist mental automático na cabeça de todo viajante: Como aviso minha família que cheguei?
Ler a seção completa ↑Como economizar ao escolher o aeroporto da Argentina?
Economizar ao escolher aeroporto envolve monitorar tarifas, programar viagens em dias menos concorridos e acumular milhas.
Ler a seção completa ↑Quais são os principais pontos para escolher um aeroporto da Argentina?
Por fim, confira os principais pontos do artigo sobre aeroporto da Argentina.
Ler a seção completa ↑Quais são as dúvidas mais comuns sobre aeroporto da Argentina?
A seguir, confira as principais dúvidas sobre o aeroporto da Argentina.
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