
Equipe Livare Viagens
Especialista em circuito rodoviário de alto padrão pela América do Sul.
Neste artigo · 7 tópicos+
- O que é glamping e como funciona?
- Quais são os principais tipos de glamping?
- Quais vantagens de optar por um glamping em vez de hotel ou acampamento?
- Como escolher um glamping antes de reservar?
- Quais são os 10 glampings mais incríveis da América do Sul?
- Qual é o principal ponto para escolher um glamping na América do Sul?
- O que mais saber antes de se hospedar em um glamping?
O essencial em 1 minuto
Glamping é a junção das palavras em inglês glamour e camping. Na prática, o conceito descreve uma forma de hospedagem ao ar livre ou integrada a ambientes naturais que reduz parte dos improvisos do camping tradicional e acrescenta estrutura pronta para o hóspede.
Não existe apenas um formato de glamping. A estrutura muda conforme o clima, o terreno, o nível de conforto proposto e a identidade da hospedagem.
As vantagens estão na combinação de praticidade, conforto e contato direto com ambientes naturais.
A escolha deve começar pela estrutura real da hospedagem, e não pelas fotos mais bonitas.
O glamping combina a proximidade com a natureza típica do camping com uma estrutura de hospedagem mais confortável. Na América do Sul, essa proposta aparece em diferentes formatos, como yurts, domos geodésicos, tendas de safári e acomodações híbridas instaladas em montanhas, florestas, praias e regiões de trekking.
Há 10 opções relevantes na América do Sul, e vale entender o que é glamping, como funciona, quais estruturas podem ser encontradas, o que avaliar antes de reservar e em quais pontos essa modalidade se diferencia de um hotel ou de um acampamento convencional. A seleção não é um ranking absoluto: prioriza propriedades e experiências com características verificáveis de hospedagem integrada à natureza.
O que é glamping e como funciona?
Glamping é a junção das palavras em inglês glamour e camping. Na prática, o conceito descreve uma forma de hospedagem ao ar livre ou integrada a ambientes naturais que reduz parte dos improvisos do camping tradicional e acrescenta estrutura pronta para o hóspede.
Esse conceito une a experiência de contato direto com a natureza ao conforto de uma hospedagem estruturada. Em vez de se preocupar em montar barracas ou carregar equipamentos de pernoite, o viajante normalmente encontra a acomodação preparada ao chegar.
Isso não significa que todo glamping tenha padrão de resort ou serviço cinco estrelas. O nível de conforto varia bastante entre propriedades. Há desde tendas com banheiro compartilhado e cozinha comum até domos com aquecimento, banheiro privativo, refeições incluídas, traslados e excursões. Por isso, o termo glamping indica uma proposta de hospedagem, mas não substitui a leitura detalhada do que cada diária realmente inclui.
Esse modelo é especialmente comum em regiões naturais, inclusive áreas remotas, montanhas, praias, vales e zonas próximas a parques. A principal diferença está em chegar com a estrutura de pernoite pronta e poder dedicar mais tempo à experiência do destino do que à montagem do acampamento.
Quais são os principais tipos de glamping?
Não existe apenas um formato de glamping. A estrutura muda conforme o clima, o terreno, o nível de conforto proposto e a identidade da hospedagem. Antes de reservar, vale entender o tipo de acomodação porque ele influencia ventilação, isolamento térmico, privacidade, banheiro, mobilidade e sensação de contato com o ambiente.
- Yurts: estruturas circulares inspiradas em habitações nômades da Ásia Central. O Patagonia Camp, no Chile, utiliza esse formato e oferece diferentes categorias de yurts.
- Domos geodésicos: estruturas curvas apoiadas em uma armação geométrica. São encontradas, por exemplo, no EcoCamp Patagonia, no Chaltén Camp e no Glamping Uyuni Deluxe.
- Tendas de safári: tendas maiores e permanentes, frequentemente instaladas sobre plataformas. O Galapagos Safari Camp utiliza esse modelo com banheiro privativo e deck.
- Tendas de lona estruturadas: podem ter cama, mobiliário, calefação e banheiro, como ocorre em parte das acomodações do PUQIO, no Vale do Colca.
- Cabanas e formatos híbridos: algumas propriedades usam o termo glamping para acomodações que se aproximam de cabanas, chalés ou estruturas semipermanentes. Nesses casos, o mais importante é verificar a infraestrutura real, e não apenas o nome comercial.
Quais vantagens de optar por um glamping em vez de hotel ou acampamento?
As vantagens estão na combinação de praticidade, conforto e contato direto com ambientes naturais. Enquanto um camping tradicional costuma exigir equipamento próprio e maior autonomia, o glamping entrega a estrutura básica de hospedagem pronta. Em relação a muitos hotéis urbanos, a diferença está na proposta de permanecer mais próximo da paisagem e das atividades ao ar livre.
| Critério | Camping tradicional | Glamping | Hotel convencional |
|---|---|---|---|
| Estrutura para dormir | Normalmente levada e montada pelo viajante | Já montada e preparada | Quarto permanente |
| Contato com a natureza | Alto | Alto, dependendo da propriedade | Variável |
| Banheiro | Pode ser coletivo ou externo | Pode ser privativo ou compartilhado | Geralmente privativo |
| Serviços | Limitados | Variam de básicos a completos | Mais padronizados |
| Equipamentos do hóspede | Maior necessidade | Menor necessidade | Baixa necessidade |
Por outro lado, glamping não elimina todas as particularidades de uma estadia em ambiente natural. Vento, chuva, temperatura, ruídos de animais, caminhos irregulares e limitações de energia ou sinal podem fazer parte da experiência. A vantagem está em escolher conscientemente uma estrutura compatível com o seu perfil.
Como o glamping oferece conforto sem perder a conexão com a natureza?
O equilíbrio costuma vir do uso de camas convencionais, roupa de cama, iluminação, aquecimento ou ventilação, mobiliário e áreas de apoio dentro de estruturas que mantêm contato visual e físico com a paisagem. Em alguns casos, há banheiro privativo; em outros, o banheiro permanece em uma área externa ou compartilhada.
O hóspede pode vivenciar o nascer do sol, noites estreladas, trilhas e refeições ao ar livre sem necessariamente abrir mão de cama estruturada, banho quente ou proteção térmica. Ainda assim, cada propriedade deve ser analisada individualmente, porque não existe um pacote de comodidades obrigatório para que uma hospedagem utilize o conceito de glamping.
O glamping contribui para a sustentabilidade?
Pode contribuir, mas isso não é automático. Algumas propriedades adotam energia renovável, banheiros de compostagem, construções de menor impacto, gestão de água ou integração com fornecedores e comunidades locais. Outras apenas usam uma estrutura diferente de hospedagem, sem necessariamente apresentar práticas ambientais robustas.
Por isso, quem deseja priorizar turismo sustentável deve procurar informações específicas sobre energia, resíduos, água, origem dos alimentos, conservação e relação com o território. O EcoCamp Patagonia, por exemplo, descreve oficialmente suas soluções de baixo impacto e uso de domos integrados ao ambiente, mas essas características não podem ser generalizadas para todos os glampings.
Que atividades locais e culturais podem ser incluídas em um glamping?
Os glampings podem integrar atividades como trilhas, observação de fauna, experiências gastronômicas, navegação, escalada, contemplação astronômica e contato com expressões culturais locais. A oferta depende diretamente do destino e da operação de cada hospedagem.
Na prática, a hospedagem pode funcionar como base para explorar a região. Galapagos Safari Camp trabalha com safáris terrestres e marítimos; Salkantay Trekking combina os alojamentos da rota com caminhada até Machu Picchu; Chaltén Camp se conecta às trilhas de El Chaltén; e propriedades próximas a Torres del Paine costumam organizar experiências dentro ou nos arredores do parque.
Quer planejar uma viagem pela América do Sul com mais previsibilidade de deslocamentos e etapas? A Livare Viagens trabalha com roteiros pelo continente e pode orientar a organização da viagem de acordo com o destino e o perfil do viajante.


Viaje pela América do Sul com o Circuito Patagônia
Torres del Paine, El Chaltén, El Calafate e Ushuaia, em circuito rodoviário de alto padrão, com hotelaria selecionada e experiências guiadas.
Conhecer o circuito ↗Como escolher um glamping antes de reservar?
A escolha deve começar pela estrutura real da hospedagem, e não pelas fotos mais bonitas. Dois lugares chamados de glamping podem oferecer experiências muito diferentes: um pode ter banheiro privativo, aquecimento e refeições; outro pode usar banheiro compartilhado, cozinha comunitária e acesso somente por trilha.
- Confirme o tipo de acomodação: tenda, yurt, domo, cabana ou formato híbrido.
- Verifique o banheiro: privativo, externo ou compartilhado, além da disponibilidade de água quente.
- Entenda o acesso: veja se é possível chegar de carro, se existe traslado, caminhada, barco ou trecho em estrada não pavimentada.
- Cheque o clima: aquecimento, ventilação e isolamento fazem diferença em regiões de altitude, deserto e Patagônia.
- Leia as regras de mobilidade e idade: alguns domos ficam elevados ou conectados por caminhos com degraus, e certas propriedades possuem restrições para crianças.
- Confirme alimentação e atividades: algumas tarifas são apenas de hospedagem; outras incluem refeições, excursões ou traslados.
- Analise conectividade e energia: Wi-Fi, sinal de celular e disponibilidade de tomadas não são iguais em todas as propriedades.
- Veja política de cancelamento e sazonalidade: operações em áreas naturais podem ter temporadas específicas e regras próprias.
Esses pontos são especialmente importantes na América do Sul, onde algumas experiências ficam em áreas remotas ou fazem parte de circuitos de trekking. No caso do Salkantay, por exemplo, o glamping está integrado a uma rota de caminhada; em Galápagos, a acomodação faz parte de uma experiência de safári; e no Chaltén Camp os domos ficam elevados, o que a própria propriedade informa não ser adequado para pessoas com dificuldade de mobilidade.
Quais são os 10 glampings mais incríveis da América do Sul?
A América do Sul reúne experiências de glamping em contextos muito diferentes. Para manter a seleção útil, consideramos propriedades que apresentam estrutura de tenda, yurt ou domo (ou opção claramente vendida como glamping) e que estão associadas a destinos de forte contato com a natureza. A lista abaixo é editorial e não representa um ranking do melhor para o pior.
Quem estiver montando um roteiro maior pelo continente também pode consultar o guia de melhores destinos na América do Sul para entender como essas regiões se encaixam em uma viagem mais ampla.
Patagonia Camp (Chile / Patagônia)
Situado próximo ao Parque Nacional Torres del Paine, o Patagonia Camp oferece yurts em diferentes categorias. A página oficial informa opções com banheiro privativo, aquecimento central e varanda, além de categorias com jacuzzi externa e vistas para o Lago Toro e o Maciço Paine.
É uma alternativa para quem deseja combinar paisagem patagônica e estrutura hoteleira sem ficar em um edifício convencional. Antes de reservar, vale comparar as categorias no site oficial do Patagonia Camp, porque capacidade, vista e equipamentos variam entre os yurts.
EcoCamp Torres del Paine (Chile)
O EcoCamp Patagonia utiliza domos geodésicos dentro de Torres del Paine. A propriedade apresenta categorias Standard, Superior, Suite e Suite Loft, com diferenças relevantes de espaço e comodidades.
As categorias superiores incluem aquecimento e banheiro privativo, enquanto a estrutura geral do EcoCamp enfatiza baixo impacto e integração ao parque. É um bom exemplo de por que “glamping” não descreve uma única experiência: dentro da mesma propriedade, o nível de conforto muda conforme o domo escolhido.
Salkantay Trekking Glamping Lodges (Peru)
Durante a trilha de Salkantay para Machu Picchu, viajantes podem passar por diferentes estruturas mantidas pela Salkantay Trekking. A operação oficial apresenta o Sky Camp em Soraypampa, Mountain Sky View em Collpapampa e Jungle Domes em Lucmabamba, além de outras acomodações ao longo da rota.
O Sky Camp da Salkantay Trekking fica a 3.900 metros de altitude e integra a hospedagem ao próprio itinerário de trekking. Portanto, aqui o glamping não é apenas uma diária isolada: ele faz parte de uma experiência física e logística maior, que deve ser planejada como rota de montanha.
Galapagos Safari Camp (Equador)
O glamping está localizado nas terras altas da ilha de Santa Cruz, nas Ilhas Galápagos. O Galapagos Safari Camp utiliza tendas de safári instaladas em um ambiente de floresta, com vista para a área do Parque Nacional de Galápagos e o oceano.
Segundo a página oficial de acomodações do Galapagos Safari Camp, as tendas possuem banheiro privativo, água quente e deck. A própria propriedade também informa que o caminho entre as tendas e o lodge possui inclinação e degraus, detalhe importante para viajantes com limitação de mobilidade.
PUQIO (Peru, Vale do Colca)
No Vale do Colca, o PUQIO combina tendas de lona e quartos de adobe em uma proposta voltada à exploração da paisagem andina. A propriedade apresenta categorias como Carpa e Carpa Refugio, com aquecimento, banheiro equipado, áreas de estar e espaços externos.
O site oficial do PUQIO descreve a experiência como um tented camp e informa que a estadia inclui refeições e excursões. Isso o diferencia de glampings em que o hóspede reserva apenas a acomodação e organiza os passeios separadamente.
FLORA Praia do Sono (Brasil)
Na Praia do Sono, em Paraty, a FLORA Praia do Sono Lodge & Trekking combina diferentes tipos de hospedagem próximos ao litoral. A oferta atual inclui opção de tenda, além de suíte e bangalô, o que torna a propriedade uma alternativa brasileira para quem procura uma estadia mais integrada ao ambiente da praia.
A listagem atual da FLORA Praia do Sono informa jardim, cozinha compartilhada e acomodação do tipo tenda. Como a estrutura varia conforme a categoria reservada, é importante confirmar se a opção selecionada corresponde ao formato de glamping desejado e quais áreas são privativas ou compartilhadas.
Remanso del Espíritu (Chile)
O Remanso del Espíritu fica em Colonia Lonquén, na comuna de Isla de Maipo, Região Metropolitana do Chile, e não no Deserto do Atacama. A propriedade oferece yurts com camas, aquecimento, cozinha e áreas externas, além de banheiros externos com ducha e água quente.
A página oficial das yurts do Remanso del Espíritu também informa regras de check-in, check-out e valores por temporada. Para quem visita Santiago e arredores, a localização cria uma experiência diferente dos glampings ligados à Patagônia ou aos Andes de alta altitude.

Chaltén Camp (Argentina)
Próximo ao Fitz Roy, em El Chaltén, o Chaltén Camp trabalha com eco-domos instalados em meio ao bosque nativo. As unidades possuem banheiro privativo e aquecimento a lenha, e as categorias se diferenciam principalmente pela posição e pelas vistas.
O site oficial do Chaltén Camp destaca domos Premium voltados para o Fitz Roy e domos Deluxe integrados à floresta. A propriedade também alerta que os domos são elevados, aspecto que deve entrar no planejamento de hóspedes com dificuldade de mobilidade.
NIDDO Suesca (Colômbia)
Em Suesca, na Colômbia, o NIDDO oferece unidades chamadas de “nidos” em uma reserva natural e mantém uma proposta de glamping associada a atividades ao ar livre. A estrutura inclui cama, aquecedor e banheiro privativo em cada unidade.
O site oficial do NIDDO Suesca também apresenta escalada em rocha, yoga, bicicletas elétricas e outros serviços ligados à estadia. Para quem procura um glamping próximo de atividades de aventura, esse perfil de operação pode ser mais relevante do que uma hospedagem voltada apenas à contemplação.
Glamping Uyuni Deluxe, Luna Salada (Bolívia)
Nos arredores do Salar de Uyuni, na Bolívia, o Luna Salada mantém uma opção chamada Glamping Uyuni Deluxe. A acomodação é um domo de 31 m² para até dois adultos e integra a experiência de hospedagem à paisagem do salar.
De acordo com a página oficial do Glamping Uyuni Deluxe, o pacote inclui hospedagem no domo, refeições, traslado compartilhado do aeroporto e uma excursão compartilhada ao Salar de Uyuni. Essa opção entra na lista no lugar do Awasi Iguazú, que é oficialmente apresentado como um lodge de 14 vilas privativas, e não como glamping.
Se a ideia é combinar mais de uma região da América do Sul, priorize a logística entre os destinos antes de escolher a hospedagem isoladamente. A Livare Viagens pode ajudar a estruturar o roteiro conforme datas, deslocamentos e perfil de viagem.
Qual é o principal ponto para escolher um glamping na América do Sul?
O principal ponto é escolher a experiência pelo conjunto de localização, estrutura e logística, não apenas pela aparência da acomodação. Glamping é a união entre natureza e conforto, mas esse equilíbrio muda bastante de um lugar para outro.
Na América do Sul, isso fica evidente ao comparar yurts na Patagônia, domos em Uyuni, tendas de safári em Galápagos, estruturas de trekking no Peru e opções próximas à praia no Brasil. O planejamento deve considerar acesso, clima, mobilidade, alimentação, regras da hospedagem e o que está incluído na reserva.
Em resumo, a melhor escolha não é necessariamente o glamping mais luxuoso, mas aquele que combina com o destino e com a forma como você deseja viajar. Para roteiros que envolvem longos deslocamentos, fronteiras ou mais de um país, organizar a sequência da viagem antes das hospedagens reduz improvisos e ajuda a aproveitar melhor cada etapa.
O que mais saber antes de se hospedar em um glamping?
Depois de entender o conceito e comparar as propriedades, ainda existem dúvidas práticas que podem mudar a escolha. Segurança, infraestrutura, crianças, energia e preço devem ser avaliados a partir das condições reais de cada hospedagem, e não de uma ideia genérica de “camping de luxo”.
É seguro dormir em um glamping?
A segurança depende da propriedade, da localização, do clima, do acesso e dos protocolos adotados pela operação. Uma tenda estruturada pode oferecer vedação, aquecimento e equipe local, mas isso não permite afirmar que todo glamping apresenta o mesmo nível de segurança.
Antes da reserva, verifique regras de emergência, condições de acesso, previsão climática, suporte da equipe e eventuais restrições da área. Em regiões remotas, também vale confirmar como funciona o contato com a recepção e quais meios de comunicação estão disponíveis.
Como funcionam energia, água e saneamento em glampings ecológicos?
Não existe um sistema único. Algumas operações utilizam painéis solares, banheiros de compostagem, captação ou tratamento de água e soluções híbridas de energia; outras permanecem conectadas à infraestrutura convencional. Em locais remotos, a capacidade elétrica também pode ser limitada.
O EcoCamp, por exemplo, informa uso de banheiros de compostagem em algumas categorias e limitações de eletricidade em determinados domos. Por isso, se você depende de equipamentos elétricos, climatização específica ou dispositivos médicos, confirme a estrutura diretamente com a propriedade antes de viajar.
Glamping é adequado para famílias ou apenas para casais e viajantes solos?
Ele pode se adaptar a famílias, casais, grupos ou viajantes solos, mas a política varia. Algumas unidades aceitam cama extra, berço ou grupos familiares; outras possuem limite de idade ou capacidade reduzida. O Patagonia Camp oferece categoria Family Yurt, enquanto o Galapagos Safari Camp possui Family Safari Tents e uma Family Suite.
Ao viajar com crianças, confirme idade mínima, distância entre acomodação e áreas comuns, presença de escadas ou passarelas, proteção contra frio e atividades adequadas à faixa etária. A palavra “glamping” por si só não garante estrutura familiar.
Quanto custa uma hospedagem de glamping?
Não existe um preço padrão. O valor pode variar conforme país, temporada, tipo de estrutura, refeições, transporte, excursões, exclusividade e duração mínima. Uma tenda com banheiro compartilhado tende a ter uma lógica de preço diferente de um domo com pacote de refeições e passeios incluídos.
Para comparar corretamente, observe o custo total da experiência. Em alguns destinos, uma diária mais alta já inclui traslado ou atividades; em outros, esses serviços são cobrados separadamente. Consulte sempre a tarifa vigente e as condições diretamente no canal oficial da propriedade ou na plataforma de reserva utilizada.

Viaje pela América do Sul com o Circuito Andino
Atacama, Uyuni, Cusco e Machu Picchu, em circuito rodoviário de alto padrão, com hotelaria selecionada e experiências guiadas.
Conhecer o circuito ↗Perguntas frequentes
O que é glamping e como funciona?
Glamping é a junção das palavras em inglês glamour e camping. Na prática, o conceito descreve uma forma de hospedagem ao ar livre ou integrada a ambientes naturais que reduz parte dos improvisos do camping tradicional e acrescenta estrutura pronta para o hóspede.
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Não existe apenas um formato de glamping. A estrutura muda conforme o clima, o terreno, o nível de conforto proposto e a identidade da hospedagem.
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Depois de entender o conceito e comparar as propriedades, ainda existem dúvidas práticas que podem mudar a escolha.
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