
Equipe Livare Viagens
Especialista em circuito rodoviário de alto padrão pela América do Sul.
Neste artigo · 7 tópicos+
- O que é o Circuito Chico?
- Tesouros escondidos do Circuito Chico: paradas além do óbvio
- Vale a pena visitar o Circuito Chico?
- Como funciona o passeio pelo Circuito Chico?
- Quanto tempo leva para fazer o Circuito Chico em Bariloche?
- A logística para ciclistas: o desafio das duas rodas no asfalto patagônico
- Inteligência de roteiro: o sentido correto para percorrer o circuito
O essencial em 1 minuto
O Circuito Chico é um dos roteiros turísticos mais famosos de Bariloche, na Argentina.
Viajar para Bariloche é cada vez mais um sonho e vontade de muitos brasileiros.
Esse passeio funciona como um city tour apresentando alguns principais pontos de Bariloche.
O tempo para fazer o Circuito Chico em Bariloche varia de acordo com a forma como o passeio é realizado e com o número de paradas ao longo do trajeto.
O Circuito Chico é um dos passeios mais tradicionais e imperdíveis de Bariloche. Considerado um roteiro panorâmico clássico da região, ele percorre cerca de 60 quilômetros ao redor da cidade e revela algumas das paisagens mais bonitas da Patagônia argentina, com lagos cristalinos, montanhas da Cordilheira dos Andes e densas florestas.
O que é o Circuito Chico?
O Circuito Chico é um dos roteiros turísticos mais famosos de Bariloche, na Argentina. Trata-se de um percurso panorâmico de aproximadamente 60 quilômetros que percorre algumas das paisagens mais bonitas da região, passando por:
- lagos;
- montanhas;
- florestas;
- mirantes naturais.
Esse trajeto começa na Avenida Bustillo, às margens do Lago Nahuel Huapi, e segue por uma estrada cênica que conecta vários pontos turísticos importantes.
Durante o percurso, os visitantes têm a oportunidade de conhecer locais emblemáticos como o:
- Cerro Campanário;
- Hotel Llao Llao;
- Capela San Eduardo;
- Lago Moreno;
- áreas do Parque Nacional Nahuel Huapi.
O Circuito Chico pode ser feito de diferentes formas: em passeios guiados, carro alugado, bicicleta ou até mesmo em excursões organizadas por agências de turismo. Ao longo do trajeto existem diversos mirantes e paradas estratégicas para contemplar a paisagem e tirar fotos.
Por reunir alguns dos cenários mais impressionantes da Patagônia argentina em um único percurso, o Circuito Chico é considerado um passeio essencial para quem visita Bariloche pela primeira vez.

Tesouros escondidos do Circuito Chico: paradas além do óbvio
Embora a maioria das excursões tradicionais e dos city tours rápidos limite-se a parar nos mirantes de asfalto para fotografias rápidas, o Circuito Chico abriga segredos naturais fascinantes que só podem ser descobertos por quem se permite estacionar o veículo e caminhar poucos metros para dentro das trilhas protegidas da Reserva Municipal Llao Llao.
Essa porção do trajeto afasta-se do fluxo intenso de turistas e penetra em uma área de preservação estrita, onde a floresta andino-patagônica exibe sua face mais intocada e selvagem.
Para o viajante que busca coisas legais para fazer e quer vivenciar a energia da Patagônia profunda, essas paradas complementares transformam um passeio puramente contemplativo em uma jornada de ecoturismo ativo. São refúgios de silêncio e beleza cênica que enriquecem o roteiro e revelam ângulos surpreendentes dos lagos.
A caminhada autoguiada pelo Bosque de Arrayanes da Península de Llao Llao
Muitos turistas acreditam que, para ver as famosas árvores de casca alaranjada que inspiraram gerações de artistas, é obrigatório contratar a navegação de catamarã até a Isla Victoria. No entanto, o Circuito guarda um bosque de arrayanes nativo, gratuito e acessível por terra no interior da península.
A logística da trilha: A entrada do circuito de caminhada fica localizada um pouco após o Hotel Llao Llao, nas proximidades do quilômetro 33 da estrada panorâmica.
Trata-se de uma trilha pedestre autoguiada e circular de baixíssima dificuldade, com aproximadamente 1,2 quilômetros de extensão total, perfeitamente plana e estruturada com passarelas de madeira nos trechos mais úmidos.
O cenário florestal: Caminhar por este sendeiro descortina uma galeria de arrayanes centenários com seus troncos retorcidos de tom canela-alaranjado brilhante, que crescem espremidos entre imensos coihues e samambaias.
Por ser um trajeto rápido (cerca de 30 minutos de caminhada leve), é a parada perfeita para famílias com crianças e viajantes que desejam sentir o aroma da floresta úmida e registrar fotos exclusivas sob a luz filtrada pelas copas das árvores.
A tranquilidade escondida na Praia de Villa Tacul e os mirantes do Lago Moreno
Seguindo o ramal de terra batida que se desprende da rota principal do Circuito Chico, encontra-se a região de Villa Tacul, um dos segredos mais bem guardados pelos moradores locais de Bariloche durante os dias de céu limpo.
O refúgio de Villa Tacul: Esta área compreende uma série de praias de pedras vulcânicas arredondadas e águas transparentes de coloração verde-esmeralda, totalmente protegidas do vento forte devido ao paredão rochoso e à densidade do bosque circundante. O local é ideal para sentar à beira do lago, relaxar ouvindo o som da água e contemplar a grandiosidade do Cerro López logo em frente.
Os mirantes do Lago Moreno: Conectadas à praia de Villa Tacul, existem pequenas trilhas de curtíssima extensão (cerca de 10 a 15 minutos de subida leve) que conduzem o visitante a mirantes rústicos de rocha nua, como o Mirador Tacul e o Mirador del Lago Moreno.
Desses pontos elevados e cercados por árvores de ciprés, abre-se uma visão panorâmica e desimpedida das águas calmas do Lago Moreno Oeste e da ponte que divide os dois corpos d’água, oferecendo um enquadramento fotográfico livre de fios elétricos ou interferências urbanas.
Vale a pena visitar o Circuito Chico?
Viajar para Bariloche é cada vez mais um sonho e vontade de muitos brasileiros. Além de ser um destino mais próximo ao Brasil, o destino deixa qualquer um encantado com suas belezas naturais, neve e gastronomia diversa. E em uma viagem para Bariloche, um dos principais e mais impressionantes passeios a se fazer é o Circuito Chico.
Sendo um dos passeios e atividades mais tradicionais de Bariloche, o Circuito Chico oferece aos turistas diversos pontos turísticos em um trajeto com paisagens inesquecíveis. O passeio é imperdível e precisa estar no seu roteiro para Bariloche para ser uma viagem completa. Confira!


Viaje pela América do Sul com o Circuito Inverno Argentino
Bariloche, Cerro Catedral e Buenos Aires, em circuito rodoviário de alto padrão, com hotelaria selecionada e experiências guiadas.
Conhecer o circuito ↗Como funciona o passeio pelo Circuito Chico?
Esse passeio funciona como um city tour apresentando alguns principais pontos de Bariloche. São 65 km de trajeto com duração de 4 horas, aproximadamente, e pode ser realizado no período da manhã, das 09 às 13h, ou no período da tarde, das 15h às 19h.
Como chegar?
O passeio normalmente é feito por vans contratadas por agências, de carro ou algumas pessoas também gostam de se aventurar e ir de bicicleta. Adquirindo a expedição para Bariloche aqui com a Livare Viagens, você já garante o passeio também.
O que fazer?
A dúvida sobre o que fazer em Bariloche no Circuito Chico é comum. Assim, ali o turista pode conhecer diversos pontos turísticos de uma só vez e tirar diversas fotos em alguns dos lugares mais bonitos da cidade.

Passando pelo Cerro Campanário, um dos mirantes mais bonitos e impressionantes, essa é a principal atração e parada do passeio, com opção de subir pelo teleférico até o cume da montanha para apreciar uma visão de 360° de uma das paisagens mais bonitas do mundo, podendo ver Bariloche e a Cordilheira dos Andes lá de cima; seguindo para o Punto Panorámico, esse ponto é o lugar perfeito para registar uma foto clássica da paisagem da cidade de Bariloche;
Fábrica de Rosa Mosqueta, uma fábrica onde o visitante pode conhecer diversos produtos feitos com rosa mosqueta, um fruto vermelho que você irá ver bastante durante sua passagem por Bariloche. Esse fruto é bastante utilizado para fazer chás, óleos, cosméticos etc;
Capela San Eduardo, esse ponto é o lugar perfeito para registar uma foto clássica da paisagem da cidade de Bariloche; e pelo icônico Hotel Llao Llao, um dos hotéis mais tradicionais e luxuosos de Bariloche, recebe diversos turistas não somente para se hospedar, e sim para visitar, conhecer e tirar fotos. o hotel é um dos cartões-postais da cidade e fica bem próximo a capela.
Sendo essas paradas as mais clássicas e tradicionais, porém de acordo com a época, período e grupo, podem ocorrer outras paradas ocasionais.

Quanto tempo leva para fazer o Circuito Chico em Bariloche?
O tempo para fazer o Circuito Chico em Bariloche varia de acordo com a forma como o passeio é realizado e com o número de paradas ao longo do trajeto. Em média, o percurso completo leva entre 3 e 5 horas.
Quando o passeio é feito em excursões guiadas, normalmente dura cerca de 4 horas, incluindo paradas em pontos turísticos e mirantes para fotos. Esse tempo é suficiente para conhecer os principais lugares do roteiro.
Percurso de carro
Já quem faz o Circuito Chico de carro alugado pode levar mais tempo, especialmente se decidir explorar com calma cada atração.
Nesse caso, o passeio pode durar meio dia inteiro, permitindo visitar locais como o Cerro Campanário, a Capela San Eduardo e a região do Hotel Llao Llao com tranquilidade.
Trajeto de bicicleta
Para quem prefere fazer o trajeto de bicicleta, o tempo costuma ser maior, variando entre 5 e 7 horas, dependendo do ritmo e das pausas durante o percurso.
De modo geral, reservar uma manhã ou uma tarde inteira é a melhor forma de aproveitar o Circuito Chico, garantindo tempo suficiente para apreciar as paisagens e parar nos principais mirantes ao longo do caminho.
A logística para ciclistas: o desafio das duas rodas no asfalto patagônico
Percorrer o Circuito de bicicleta é, sem dúvida, uma das formas mais imersivas e recompensadoras de vivenciar a geografia de Bariloche.
Diferente de quem realiza o trajeto dentro de uma van ou carro alugado, o ciclista sente na pele as mudanças de temperatura ao cruzar os bosques, ouve o som do vento batendo nas copas das árvores e tem a liberdade absoluta de encostar a bicicleta em qualquer recuo de asfalto para apreciar a paisagem.
No entanto, o que muitos enxergam apenas como um passeio de lazer descompromissado é, na verdade, um circuito de cicloturismo de montanha que exige planejamento e respeito ao relevo andino.
A estrada é totalmente asfaltada e conta com uma sinalização amarela de advertência aos motoristas, mas não possui uma ciclovia segregada na maior parte do trajeto.
Por isso, compreender a mecânica do aluguel, os pontos de apoio e as oscilações de altitude da pista é o primeiro passo para que a aventura seja segura e divertida.
Onde alugar e como funciona o ponto de partida no quilômetro 18,3
Para a segurança e o conforto do turista, a jornada de bicicleta não começa no centro da cidade. Pedalar os primeiros 18 quilômetros da Avenida Bustillo a partir do Centro Cívico seria perigoso devido ao tráfego pesado de caminhões e ônibus em uma pista estreita. A logística inteligente consiste em ir de ônibus de linha (Linha 20) ou táxi até o ponto onde o verdadeiro circuito circular começa.
O hub dos aluguéis: O ponto central de partida para os ciclistas está consolidado na altura do quilômetro 18,3 da Avenida Bustillo, exatamente na bifurcação onde a estrada do Circuito Chico se desprende da orla principal. Nesse local, funcionam operadoras especializadas, que oferecem uma estrutura completa de apoio ao cliente.
A escolha do equipamento: No momento da contratação, o viajante recebe uma mountain bike com suspensão dianteira revisada, capacete de uso obrigatório, kit de reparo rápido e um mapa tático com os pontos de parada.
O grande divisor de águas para os turistas modernos é a disponibilidade de e-bikes. Optar por um modelo elétrico é a recomendação técnica para quem não possui um condicionamento físico de atleta, pois o motor ajuda a vencer os desníveis do terreno sem transformar o passeio em um desgaste exaustivo.
Altimetria e esforço físico: o temido trecho de subida após a ponte do Arroio Angostura
O perfil topográfico do Circuito Chico é caracterizado por um relevo do tipo “carrossel”, composto por uma sucessão constante de subidas e descidas curtas, mas que acumulam um ganho de elevação considerável ao longo dos seus quilômetros de extensão. O ponto crítico que exige maior atenção mecânica e física dos ciclistas ocorre na segunda metade do percurso.
A quebra de ritmo no Arroio Angostura: Após passar pela região do Hotel Llao Llao e desfrutar de uma descida longa e prazerosa, o ciclista cruza a ponte sobre o Arroio Angostura. Esse ponto marca a cota mais baixa dessa seção do trajeto e serve como um aviso de que o trecho mais desafiador está por vir.
A rampa do Punto Panorámico: Imediatamente após a ponte, a estrada inicia uma subida contínua e íngreme em direção ao famoso Punto Panorámico.
São aproximadamente 3 quilômetros de ascensão em asfalto sinuoso, onde a inclinação exige o uso das marchas mais leves da bicicleta e um esforço cardiovascular constante. Para quem está em uma bicicleta convencional, esse é o momento onde muitos precisam descer da sela e empurrar o equipamento a pé.
Quem está utilizando a e-bike basta acionar o modo de assistência máxima para vencer a subida com facilidade, atingindo o topo do mirante com fôlego de sobra para estacionar a bicicleta e desfrutar da vista panorâmica mais fotografada de Bariloche.
Destaque especial: a nossa Expedição Bariloche acontece em 2026 – período ápice da temporada de neve em San Carlos de Bariloche. ☃️
Clique aqui e garanta sua viagem para Bariloche

Inteligência de roteiro: o sentido correto para percorrer o circuito
Realizar o Circuito Chico envolve tomar uma decisão geográfica que a maioria dos guias de turismo convencionais deixa passar batido: a escolha do sentido de circulação da estrada.
Como o percurso possui um desenho circular, o viajante tem a liberdade de percorrê-lo tanto no sentido horário quanto no sentido anti-horário. No entanto, essa escolha não é meramente estética ou indiferente; ela altera de forma drástica a dinâmica da jornada, o esforço físico nas subidas e, principalmente, a qualidade visual da experiência.
Mapear o itinerário com inteligência cronológica permite que o turista utilize as leis da natureza e o calendário local a seu favor. Girar para o lado correto na primeira bifurcação da pista garante vantagens operacionais que transformam o passeio em um circuito muito mais proveito e confortável.
Por que iniciar o trajeto no sentido horário otimiza a iluminação das fotos
A recomendação técnica dos especialistas em fotografia e dos guias de montanha da Livare Viagens é unânime: o Circuito Chico deve ser percorrido preferencialmente no sentido horário.
A posição do sol e o contraluz: A geografia do circuito faz com que os mirantes mais imponentes e os grandes cartões-postais (como o Punto Panorámico e a vista da Capela San Eduardo com o Hotel Llao Llao ao fundo) estejam voltados para a face oeste/noroeste.
Ao iniciar o passeio pela manhã no sentido horário, o sol estará posicionado nas suas costas, iluminando as águas dos lagos Moreno e Nahuel Huapi. Isso elimina o efeito de contraluz estourado nas lentes e realça os tons de azul e verde-esmeralda intensos da água, garantindo nitidez máxima e cores vibrantes nas fotografias de paisagem.
A dinâmica dos teleféricos: Seguir no sentido horário posiciona o Cerro Campanário como uma das primeiras paradas do dia. Entrar na fila do teleférico logo cedo é a melhor estratégia de UX para evitar as grandes aglomerações de ônibus de excursão que costumam inundar a base da montanha no final da manhã ou meio da tarde.
O cruzamento estratégico com a Colônia Suíça para o almoço de quarta-feira ou domingo
Outra grande vantagem tática de percorrer o Circuito Chico com inteligência de calendário é aproveitar a proximidade geográfica com a histórica Colônia Suíça, o primeiro assentamento de imigrantes europeus na região, localizado em um desvio de terra batida bem no meio do anel rodoviário.
O alinhamento com os dias de feira: A Colônia Suíça opera em um ritmo pacato durante quase toda a semana, mas transforma-se completamente às quartas-feiras e domingos.
Nesses dois dias, ocorre a tradicional Feria Artesanal y Gastronómica, atraindo moradores e turistas para um festival de cultura, música ao vivo, cervejas artesanais locais e sobremesas típicas de origem centro-europeia.
A logística do Curanto: O grande motor de busca gastronômico da colônia é o Curanto, uma técnica ancestral de cozimento de carnes (porco, cordeiro, frango e linguiças) e legumes enterrados sobre pedras quentes no solo, cobertos por folhas de bananeira e panos úmidos.
O processo de abertura do poço de terra ocorre por volta das 13h. Quem percorre o Circuito Chico no sentido horário atinge a bifurcação de acesso à Colônia Suíça exatamente no final da manhã.
Isso permite fazer o desvio, estacionar o carro ou a bicicleta na vila a tempo de assistir ao espetáculo cultural da retirada do Curanto da terra e desfrutar de um almoço patagônico autêntico antes de retomar a estrada para concluir a segunda metade do circuito panorâmico.
Confie a sua experiência numa Agência especialista em viagens e expedições na América do Sul – Livare Viagens. Para mais informações, clique aqui!

Viaje pela América do Sul com o Circuito Andino
Atacama, Uyuni, Cusco e Machu Picchu, em circuito rodoviário de alto padrão, com hotelaria selecionada e experiências guiadas.
Conhecer o circuito ↗Perguntas frequentes
O que é o Circuito Chico?
O Circuito Chico é um dos roteiros turísticos mais famosos de Bariloche, na Argentina.
Ler a seção completa ↑Vale a pena visitar o Circuito Chico?
Viajar para Bariloche é cada vez mais um sonho e vontade de muitos brasileiros.
Ler a seção completa ↑Como funciona o passeio pelo Circuito Chico?
Esse passeio funciona como um city tour apresentando alguns principais pontos de Bariloche.
Ler a seção completa ↑Quanto tempo leva para fazer o Circuito Chico em Bariloche?
O tempo para fazer o Circuito Chico em Bariloche varia de acordo com a forma como o passeio é realizado e com o número de paradas ao longo do trajeto.
Ler a seção completa ↑














