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Tudo o que você precisa saber sobre o Circuito Chico

Equipe Livare ViagensLeitura de 14 min
Circuito chico
Livare Viagens

Equipe Livare Viagens
Especialista em circuito rodoviário de alto padrão pela América do Sul.

Neste artigo · 7 tópicos+
  1. O que é o Circuito Chico?
  2. Tesouros escondidos do Circuito Chico: paradas além do óbvio
  3. Vale a pena visitar o Circuito Chico?
  4. Como funciona o passeio pelo Circuito Chico?
  5. Quanto tempo leva para fazer o Circuito Chico em Bariloche?
  6. A logística para ciclistas: o desafio das duas rodas no asfalto patagônico
  7. Inteligência de roteiro: o sentido correto para percorrer o circuito
Respostas rápidas

O essencial em 1 minuto

O que é o Circuito Chico?

O Circuito Chico é um dos roteiros turísticos mais famosos de Bariloche, na Argentina.

Vale a pena visitar o Circuito Chico?

Viajar para Bariloche é cada vez mais um sonho e vontade de muitos brasileiros.

Como funciona o passeio pelo Circuito Chico?

Esse passeio funciona como um city tour apresentando alguns principais pontos de Bariloche.

Quanto tempo leva para fazer o Circuito Chico em Bariloche?

O tempo para fazer o Circuito Chico em Bariloche varia de acordo com a forma como o passeio é realizado e com o número de paradas ao longo do trajeto.

O Circuito Chico é um dos passeios mais tradicionais e imperdíveis de Bariloche. Considerado um roteiro panorâmico clássico da região, ele percorre cerca de 60 quilômetros ao redor da cidade e revela algumas das paisagens mais bonitas da Patagônia argentina, com lagos cristalinos, montanhas da Cordilheira dos Andes e densas florestas.

O que é o Circuito Chico?

O Circuito Chico é um dos roteiros turísticos mais famosos de Bariloche, na Argentina. Trata-se de um percurso panorâmico de aproximadamente 60 quilômetros que percorre algumas das paisagens mais bonitas da região, passando por: 

  • lagos;
  • montanhas;
  • florestas;
  • mirantes naturais.

Esse trajeto começa na Avenida Bustillo, às margens do Lago Nahuel Huapi, e segue por uma estrada cênica que conecta vários pontos turísticos importantes. 

Durante o percurso, os visitantes têm a oportunidade de conhecer locais emblemáticos como o:

O Circuito Chico pode ser feito de diferentes formas: em passeios guiados, carro alugado, bicicleta ou até mesmo em excursões organizadas por agências de turismo. Ao longo do trajeto existem diversos mirantes e paradas estratégicas para contemplar a paisagem e tirar fotos.

Por reunir alguns dos cenários mais impressionantes da Patagônia argentina em um único percurso, o Circuito Chico é considerado um passeio essencial para quem visita Bariloche pela primeira vez.

Teleférico sobre montanhas nevadas no Circuito Chico em Bariloche com vista panorâmica da Patagônia.
Os teleféricos da região proporcionam vistas panorâmicas incríveis das montanhas e lagos de Bariloche.

Tesouros escondidos do Circuito Chico: paradas além do óbvio

Embora a maioria das excursões tradicionais e dos city tours rápidos limite-se a parar nos mirantes de asfalto para fotografias rápidas, o Circuito Chico abriga segredos naturais fascinantes que só podem ser descobertos por quem se permite estacionar o veículo e caminhar poucos metros para dentro das trilhas protegidas da Reserva Municipal Llao Llao. 

Essa porção do trajeto afasta-se do fluxo intenso de turistas e penetra em uma área de preservação estrita, onde a floresta andino-patagônica exibe sua face mais intocada e selvagem.

Para o viajante que busca coisas legais para fazer e quer vivenciar a energia da Patagônia profunda, essas paradas complementares transformam um passeio puramente contemplativo em uma jornada de ecoturismo ativo. São refúgios de silêncio e beleza cênica que enriquecem o roteiro e revelam ângulos surpreendentes dos lagos.

A caminhada autoguiada pelo Bosque de Arrayanes da Península de Llao Llao

Muitos turistas acreditam que, para ver as famosas árvores de casca alaranjada que inspiraram gerações de artistas, é obrigatório contratar a navegação de catamarã até a Isla Victoria. No entanto, o Circuito guarda um bosque de arrayanes nativo, gratuito e acessível por terra no interior da península.

A logística da trilha: A entrada do circuito de caminhada fica localizada um pouco após o Hotel Llao Llao, nas proximidades do quilômetro 33 da estrada panorâmica. 

Trata-se de uma trilha pedestre autoguiada e circular de baixíssima dificuldade, com aproximadamente 1,2 quilômetros de extensão total, perfeitamente plana e estruturada com passarelas de madeira nos trechos mais úmidos.

O cenário florestal: Caminhar por este sendeiro descortina uma galeria de arrayanes centenários com seus troncos retorcidos de tom canela-alaranjado brilhante, que crescem espremidos entre imensos coihues e samambaias. 

Por ser um trajeto rápido (cerca de 30 minutos de caminhada leve), é a parada perfeita para famílias com crianças e viajantes que desejam sentir o aroma da floresta úmida e registrar fotos exclusivas sob a luz filtrada pelas copas das árvores.

A tranquilidade escondida na Praia de Villa Tacul e os mirantes do Lago Moreno

Seguindo o ramal de terra batida que se desprende da rota principal do Circuito Chico, encontra-se a região de Villa Tacul, um dos segredos mais bem guardados pelos moradores locais de Bariloche durante os dias de céu limpo.

O refúgio de Villa Tacul: Esta área compreende uma série de praias de pedras vulcânicas arredondadas e águas transparentes de coloração verde-esmeralda, totalmente protegidas do vento forte devido ao paredão rochoso e à densidade do bosque circundante. O local é ideal para sentar à beira do lago, relaxar ouvindo o som da água e contemplar a grandiosidade do Cerro López logo em frente.

Os mirantes do Lago Moreno: Conectadas à praia de Villa Tacul, existem pequenas trilhas de curtíssima extensão (cerca de 10 a 15 minutos de subida leve) que conduzem o visitante a mirantes rústicos de rocha nua, como o Mirador Tacul e o Mirador del Lago Moreno. 

Desses pontos elevados e cercados por árvores de ciprés, abre-se uma visão panorâmica e desimpedida das águas calmas do Lago Moreno Oeste e da ponte que divide os dois corpos d’água, oferecendo um enquadramento fotográfico livre de fios elétricos ou interferências urbanas.

Vale a pena visitar o Circuito Chico?

Viajar para Bariloche é cada vez mais um sonho e vontade de muitos brasileiros. Além de ser um destino mais próximo ao Brasil, o destino deixa qualquer um encantado com suas belezas naturais, neve e gastronomia diversa. E em uma viagem para Bariloche, um dos principais e mais impressionantes passeios a se fazer é o Circuito Chico.

Sendo um dos passeios e atividades mais tradicionais de Bariloche, o Circuito Chico oferece aos turistas diversos pontos turísticos em um trajeto com paisagens inesquecíveis. O passeio é imperdível e precisa estar no seu roteiro para Bariloche para ser uma viagem completa. Confira!

vista aerea lago nahuel huapi
Cerro Catedral, em Bariloche
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Como funciona o passeio pelo Circuito Chico?

Esse passeio funciona como um city tour apresentando alguns principais pontos de Bariloche. São 65 km de trajeto com duração de 4 horas, aproximadamente, e pode ser realizado no período da manhã, das 09 às 13h, ou no período da tarde, das 15h às 19h.

Como chegar?

O passeio normalmente é feito por vans contratadas por agências, de carro ou algumas pessoas também gostam de se aventurar e ir de bicicleta. Adquirindo a expedição para Bariloche aqui com a Livare Viagens, você já garante o passeio também.

O que fazer?

A dúvida sobre o que fazer em Bariloche no Circuito Chico é comum. Assim, ali o turista pode conhecer diversos pontos turísticos de uma só vez e tirar diversas fotos em alguns dos lugares mais bonitos da cidade. 

hotel llao llao e lago nahuel huapi
Crédito: barilocheparabrasileiros.com.br

Passando pelo Cerro Campanário, um dos mirantes mais bonitos e impressionantes, essa é a principal atração e parada do passeio, com opção de subir pelo teleférico até o cume da montanha para apreciar uma visão de 360° de uma das paisagens mais bonitas do mundo, podendo ver Bariloche e a Cordilheira dos Andes lá de cima; seguindo para o Punto Panorámico, esse ponto é o lugar perfeito para registar uma foto clássica da paisagem da cidade de Bariloche;

Fábrica de Rosa Mosqueta, uma fábrica onde o visitante pode conhecer diversos produtos feitos com rosa mosqueta, um fruto vermelho que você irá ver bastante durante sua passagem por Bariloche. Esse fruto é bastante utilizado para fazer chás, óleos, cosméticos etc;

Capela San Eduardo, esse ponto é o lugar perfeito para registar uma foto clássica da paisagem da cidade de Bariloche; e pelo icônico Hotel Llao Llao, um dos hotéis mais tradicionais e luxuosos de Bariloche, recebe diversos turistas não somente para se hospedar, e sim para visitar, conhecer e tirar fotos. o hotel é um dos cartões-postais da cidade e fica bem próximo a capela.

Sendo essas paradas as mais clássicas e tradicionais, porém de acordo com a época, período e grupo, podem ocorrer outras paradas ocasionais. 

hotel llao llao

Quanto tempo leva para fazer o Circuito Chico em Bariloche?

O tempo para fazer o Circuito Chico em Bariloche varia de acordo com a forma como o passeio é realizado e com o número de paradas ao longo do trajeto. Em média, o percurso completo leva entre 3 e 5 horas.

Quando o passeio é feito em excursões guiadas, normalmente dura cerca de 4 horas, incluindo paradas em pontos turísticos e mirantes para fotos. Esse tempo é suficiente para conhecer os principais lugares do roteiro.

Percurso de carro

Já quem faz o Circuito Chico de carro alugado pode levar mais tempo, especialmente se decidir explorar com calma cada atração. 

Nesse caso, o passeio pode durar meio dia inteiro, permitindo visitar locais como o Cerro Campanário, a Capela San Eduardo e a região do Hotel Llao Llao com tranquilidade.

Trajeto de bicicleta

Para quem prefere fazer o trajeto de bicicleta, o tempo costuma ser maior, variando entre 5 e 7 horas, dependendo do ritmo e das pausas durante o percurso.

De modo geral, reservar uma manhã ou uma tarde inteira é a melhor forma de aproveitar o Circuito Chico, garantindo tempo suficiente para apreciar as paisagens e parar nos principais mirantes ao longo do caminho.

A logística para ciclistas: o desafio das duas rodas no asfalto patagônico

Percorrer o Circuito de bicicleta é, sem dúvida, uma das formas mais imersivas e recompensadoras de vivenciar a geografia de Bariloche. 

Diferente de quem realiza o trajeto dentro de uma van ou carro alugado, o ciclista sente na pele as mudanças de temperatura ao cruzar os bosques, ouve o som do vento batendo nas copas das árvores e tem a liberdade absoluta de encostar a bicicleta em qualquer recuo de asfalto para apreciar a paisagem. 

No entanto, o que muitos enxergam apenas como um passeio de lazer descompromissado é, na verdade, um circuito de cicloturismo de montanha que exige planejamento e respeito ao relevo andino.

A estrada é totalmente asfaltada e conta com uma sinalização amarela de advertência aos motoristas, mas não possui uma ciclovia segregada na maior parte do trajeto. 

Por isso, compreender a mecânica do aluguel, os pontos de apoio e as oscilações de altitude da pista é o primeiro passo para que a aventura seja segura e divertida.

Onde alugar e como funciona o ponto de partida no quilômetro 18,3

Para a segurança e o conforto do turista, a jornada de bicicleta não começa no centro da cidade. Pedalar os primeiros 18 quilômetros da Avenida Bustillo a partir do Centro Cívico seria perigoso devido ao tráfego pesado de caminhões e ônibus em uma pista estreita. A logística inteligente consiste em ir de ônibus de linha (Linha 20) ou táxi até o ponto onde o verdadeiro circuito circular começa.

O hub dos aluguéis: O ponto central de partida para os ciclistas está consolidado na altura do quilômetro 18,3 da Avenida Bustillo, exatamente na bifurcação onde a estrada do Circuito Chico se desprende da orla principal. Nesse local, funcionam operadoras especializadas, que oferecem uma estrutura completa de apoio ao cliente.

A escolha do equipamento: No momento da contratação, o viajante recebe uma mountain bike com suspensão dianteira revisada, capacete de uso obrigatório, kit de reparo rápido e um mapa tático com os pontos de parada. 

O grande divisor de águas para os turistas modernos é a disponibilidade de e-bikes. Optar por um modelo elétrico é a recomendação técnica para quem não possui um condicionamento físico de atleta, pois o motor ajuda a vencer os desníveis do terreno sem transformar o passeio em um desgaste exaustivo.

Altimetria e esforço físico: o temido trecho de subida após a ponte do Arroio Angostura

O perfil topográfico do Circuito Chico é caracterizado por um relevo do tipo “carrossel”, composto por uma sucessão constante de subidas e descidas curtas, mas que acumulam um ganho de elevação considerável ao longo dos seus quilômetros de extensão. O ponto crítico que exige maior atenção mecânica e física dos ciclistas ocorre na segunda metade do percurso.

A quebra de ritmo no Arroio Angostura: Após passar pela região do Hotel Llao Llao e desfrutar de uma descida longa e prazerosa, o ciclista cruza a ponte sobre o Arroio Angostura. Esse ponto marca a cota mais baixa dessa seção do trajeto e serve como um aviso de que o trecho mais desafiador está por vir.

A rampa do Punto Panorámico: Imediatamente após a ponte, a estrada inicia uma subida contínua e íngreme em direção ao famoso Punto Panorámico. 

São aproximadamente 3 quilômetros de ascensão em asfalto sinuoso, onde a inclinação exige o uso das marchas mais leves da bicicleta e um esforço cardiovascular constante. Para quem está em uma bicicleta convencional, esse é o momento onde muitos precisam descer da sela e empurrar o equipamento a pé. 

Quem está utilizando a e-bike basta acionar o modo de assistência máxima para vencer a subida com facilidade, atingindo o topo do mirante com fôlego de sobra para estacionar a bicicleta e desfrutar da vista panorâmica mais fotografada de Bariloche.

Destaque especial: a nossa Expedição Bariloche acontece em 2026 – período ápice da temporada de neve em San Carlos de Bariloche. ☃️

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Paisagem nevada do Circuito Chico em Bariloche com teleféricos e montanhas cobertas de neve ao fundo.
No inverno, o Circuito Chico ganha cenários totalmente cobertos de neve que atraem turistas e fotógrafos.

Inteligência de roteiro: o sentido correto para percorrer o circuito

Realizar o Circuito Chico envolve tomar uma decisão geográfica que a maioria dos guias de turismo convencionais deixa passar batido: a escolha do sentido de circulação da estrada. 

Como o percurso possui um desenho circular, o viajante tem a liberdade de percorrê-lo tanto no sentido horário quanto no sentido anti-horário. No entanto, essa escolha não é meramente estética ou indiferente; ela altera de forma drástica a dinâmica da jornada, o esforço físico nas subidas e, principalmente, a qualidade visual da experiência.

Mapear o itinerário com inteligência cronológica permite que o turista utilize as leis da natureza e o calendário local a seu favor. Girar para o lado correto na primeira bifurcação da pista garante vantagens operacionais que transformam o passeio em um circuito muito mais proveito e confortável.

Por que iniciar o trajeto no sentido horário otimiza a iluminação das fotos

A recomendação técnica dos especialistas em fotografia e dos guias de montanha da Livare Viagens é unânime: o Circuito Chico deve ser percorrido preferencialmente no sentido horário.

A posição do sol e o contraluz: A geografia do circuito faz com que os mirantes mais imponentes e os grandes cartões-postais (como o Punto Panorámico e a vista da Capela San Eduardo com o Hotel Llao Llao ao fundo) estejam voltados para a face oeste/noroeste. 

Ao iniciar o passeio pela manhã no sentido horário, o sol estará posicionado nas suas costas, iluminando as águas dos lagos Moreno e Nahuel Huapi. Isso elimina o efeito de contraluz estourado nas lentes e realça os tons de azul e verde-esmeralda intensos da água, garantindo nitidez máxima e cores vibrantes nas fotografias de paisagem.

A dinâmica dos teleféricos: Seguir no sentido horário posiciona o Cerro Campanário como uma das primeiras paradas do dia. Entrar na fila do teleférico logo cedo é a melhor estratégia de UX para evitar as grandes aglomerações de ônibus de excursão que costumam inundar a base da montanha no final da manhã ou meio da tarde.

O cruzamento estratégico com a Colônia Suíça para o almoço de quarta-feira ou domingo

Outra grande vantagem tática de percorrer o Circuito Chico com inteligência de calendário é aproveitar a proximidade geográfica com a histórica Colônia Suíça, o primeiro assentamento de imigrantes europeus na região, localizado em um desvio de terra batida bem no meio do anel rodoviário.

O alinhamento com os dias de feira: A Colônia Suíça opera em um ritmo pacato durante quase toda a semana, mas transforma-se completamente às quartas-feiras e domingos. 

Nesses dois dias, ocorre a tradicional Feria Artesanal y Gastronómica, atraindo moradores e turistas para um festival de cultura, música ao vivo, cervejas artesanais locais e sobremesas típicas de origem centro-europeia.

A logística do Curanto: O grande motor de busca gastronômico da colônia é o Curanto, uma técnica ancestral de cozimento de carnes (porco, cordeiro, frango e linguiças) e legumes enterrados sobre pedras quentes no solo, cobertos por folhas de bananeira e panos úmidos. 

O processo de abertura do poço de terra ocorre por volta das 13h. Quem percorre o Circuito Chico no sentido horário atinge a bifurcação de acesso à Colônia Suíça exatamente no final da manhã. 

Isso permite fazer o desvio, estacionar o carro ou a bicicleta na vila a tempo de assistir ao espetáculo cultural da retirada do Curanto da terra e desfrutar de um almoço patagônico autêntico antes de retomar a estrada para concluir a segunda metade do circuito panorâmico.

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Perguntas frequentes

O que é o Circuito Chico?

O Circuito Chico é um dos roteiros turísticos mais famosos de Bariloche, na Argentina.

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Vale a pena visitar o Circuito Chico?

Viajar para Bariloche é cada vez mais um sonho e vontade de muitos brasileiros.

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Como funciona o passeio pelo Circuito Chico?

Esse passeio funciona como um city tour apresentando alguns principais pontos de Bariloche.

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Quanto tempo leva para fazer o Circuito Chico em Bariloche?

O tempo para fazer o Circuito Chico em Bariloche varia de acordo com a forma como o passeio é realizado e com o número de paradas ao longo do trajeto.

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