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História
Urubamba é a maior cidade do Vale Sagrado dos Incas, no Peru, e fica a aproximadamente uma hora de viagem de Cusco.
Muitos turistas procuram passar um tempo por lá, principalmente por ser uma cidade nas Terras Altas do Peru, para se acostumar com a altitude e evitar passar mal antes de ir para outros locais.
As ruínas de Quispiguanca, antiga propriedade real do imperador inca Huayna Capac, também fazem parte da cidade atualmente.
Além disso, a região é ainda o caminho mais comum para locais de cultivo da coca. A planta é, acima de tudo, uma grande aliada na redução dos efeitos da altitude.
O que fazer em Urubamba?
Urubamba é a capital do Vale Sagrado dos Incas e uma de suas principais atrações é a Festa de El Señor de Torrechayoc. Esse festival religioso é bastante importante para a comunidade. Porém, atrai visitantes de todo o mundo que desejam sentir a essência dessa celebração de fé.
A festa se estende por toda a primeira semana de junho, e conta ainda com culinária peruana, apresentações de danças com trajes típicos, além de fogos de artifício, indo até de madrugada.
Você também pode provar cervejas artesanais na Cervejaria do Vale Sagrado, que produz 7 estilos de cerveja com histórias e sabores diferentes. Bem como visitar a Plaza de Armas, repleta de lojas e restaurantes, e ainda conhecer o Museu Inkariy, a 20 minutos do centro de Urubamba, que destaca a história das principais culturas indígenas.
O clima em Urubamba
Entre os meses de outubro e abril, as temperaturas variam de 11ºC a 20ºC e o clima é chuvoso.
Por outro lado, de maio a setembro o tempo fica seco e as temperaturas caem um pouquinho, com a média entre 8ºC e 19ºC.
Entretanto, há uma exceção de junho e julho, que tendem a ser meses mais frios e com mínimas de 5ºC.
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Gastronomia em Urubamba
A cozinha local oferece pratos que variam entre os mais tradicionais até versões adaptadas para o turismo.
O milho gigante de Urubamba é o ingrediente mais emblemático e aparece em diferentes receitas. Além dele, há opções com carnes andinas e sopas nutritivas que refletem o clima frio da região.
Entre os pratos típicos mais apreciados estão:
- choclo con queso: milho gigante servido com queijo fresco;
- trucha frita ou grelhada: peixe de rios andinos acompanhado de batatas;
- chiriuchu: prato festivo com carne, milho, ovos e pimenta;
- caldo de gallina: sopa consistente, ideal para o frio;
- cuy assado: porquinho-da-índia preparado com ervas locais.
A gastronomia em Urubamba se destaca pela fusão de tradições incas, ingredientes locais e técnicas que valorizam a riqueza agrícola do Vale Sagrado dos Incas.
Visita às Salineras de Maras
A visita às Salineras de Maras oferece uma conexão profunda com a tradição andina e o espetáculo visual de milhares de piscinas de sal brilhando sob o sol. Localizadas no Vale Sagrado dos Incas, essas salinas ainda são exploradas de forma artesanal, preservando técnicas herdadas de gerações passadas.
As Salineras de Maras são compostas por mais de três mil pequenas piscinas retangulares, que formam uma espécie de escadaria natural sobre a encosta da montanha.
A água salgada que abastece as salinas provém de um manancial subterrâneo rico em minerais, considerado sagrado pelos antigos incas. Esse sistema engenhoso foi criado há séculos e continua funcionando com a mesma eficiência.
Ao percorrer as passarelas que cercam as piscinas, o visitante observa a diferença de tonalidades entre cada uma delas, variando do branco mais puro ao marrom-claro. Essa diversidade de cores ocorre por conta do estágio de evaporação e da concentração de minerais.
Terrazas de Moray
As Terrazas de Moray impressionam pela grandiosidade de sua construção e pela engenhosidade que revela o conhecimento agrícola dos incas. Localizadas a poucos quilômetros de Maras, elas se destacam como um dos sítios arqueológicos mais fascinantes do Peru.
As terrazas circulares de Moray funcionavam como microclimas artificiais, com diferenças de até 15 °C entre o nível mais alto e o mais baixo. Essa variação permitia cultivar produtos de regiões tropicais em altitudes elevadas. Graças a esse sistema, os incas conseguiam estudar quais sementes se adaptavam melhor e, em seguida, espalhavam esse conhecimento por todo o império.
Além da função prática, o design circular favorecia a drenagem e evitava erosões, demonstrando um domínio avançado da engenharia agrícola. Esse equilíbrio entre ciência, espiritualidade e natureza reforça a importância de Moray não apenas como um sítio arqueológico, mas como herança cultural viva.